Estado Islâmico usa Nutella e até gatinhos para atrair mulheres, diz CNN

Por Ansa | - Atualizada às

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Segundo a emissora, jihadistas estão usando artifícios em vídeos de propaganda para que mulheres se sintam em casa

Militantes do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) estariam usando Nutella e filhotes de gatos para recrutar mulheres ocidentais à sua causa.

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Kayla Mueller, refém norte-americana do Estado Islâmico, morreu na terça-feira (10 de fevereiro); segundo o grupo terrorista ela teria sido vítima de um bombardeio da Jordânia na Síria . Foto: APEstado Islâmico divulga vídeo onde suposto piloto jordaniano é queimado vivo em gaiola, no dia 3 de fevereiro. Foto: Reprodução/TwitterO jornalista japonês Kenji Goto foi morto pelos extremistas do Estado Islâmico no dia 30 de janeiro. Ele havia viajado para a Síria visando libertar o refém Yukawa. Foto: APImagem obtida por meio de vídeo do Estado Islâmico mostra o japonês Haruna Yukawa (à dir.), que foi decapitado em 24 de janeiro. Ele foi à Síria por ser fascinado por guerras. Foto: APO americano Peter Kassig foi identificado como o homem decapitado pelo Estado Islâmico em 16 de novembro de 2014. Ele era voluntário na Síria. Foto: ReutersNo dia 3 e outubro de 2014, o voluntário inglês Alan Henning foi decapitado pelos terroristas do Estado Islâmico. Foto: Reprodução/YoutubeVídeo mostra decapitação do refém britânico David Haines, que era voluntário na Síria e foi morto em 13 de setembro de 2014. Foto: ReutersImagem feita a partir de vídeo postado na internet pelo Estado Islâmico mostra jornalista americano Steven J. Sotloff antes de ser decapitado, no dia 2 de setembro de 2014. Foto: APInsurgentes do grupo jihadista Estado Islâmico divulgaram a decapitação do jornalista americano James Foley em 19 de agosto de 2014. Foto: Reprodução/Youtube

De acordo com a emissora norte-americana "CNN", os jihadistas estão usando destes artifícios em vídeos de propaganda direcionados a mulheres. O objetivo seria fazer com que acreditassem que sua vida no campo de batalha seria parecida com a que levam em suas casas.

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Denúncia foi baseada em fotos que circulam na Internet com jihadistas sorridentes, segurando potes do creme de avelã ao invés de armas. Eles também estariam usando gatinhos e emojis, figuras de rostinhos felizes usadas nas redes sociais, nas ações.

Em entrevista à CNN, Nimmi Gowrinathan, professora do City College, de Nova York, disse, no entanto, acreditar que as mulheres que se juntam ao grupo o fazem por razões diferentes.

"Elas o fazem pela ideia do Califado, é uma ideologia política um pouco mais profunda que as redes sociais. Elas são atraídas porque se sentem mais seguras, porque sentem que sua identidade está ameaçada", apontou.

O Estado Islâmico é um grupo radical sunita que tenta estabelecer um califado. Os extremistas já controlam o norte da Síria e do Iraque. Os jihadistas adotam métodos extremos, como decapitações, sequestros, perseguições e mutilações nas áreas de seu domínio.

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