EUA e Turquia assinam acordo para treinar oposição moderada na Síria

Por Agência Brasil * | - Atualizada às

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Objetivo de acordo é equipar forças para lutar contra o regime do presidente Bashar al-Assad e enfrentar o Estado Islâmico

Agência Brasil

Os Estados Unidos e a Turquia assinaram um acordo para treinar e equipar a “oposição moderada” da Síria, anunciou em Ancara o ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Mevlut Cavusoglu, nesta quinta-feira (19).

Veja quais são os dez grupos terroristas mais ricos do mundo:

O Estado Islâmico é a organização terrorista mais rica do mundo. Com recursos vindos de crimes e do petróleo, os militantes administram até US$ 2 bilhões anuais. Foto: APAtuando na Faixa de Gaza, o Hamas - considerado terrorista pelo FBI -  tem renda anual de ao menos US$ 1 bilhão. Foto: Reprodução/YoutubeMilitantes das FARC, Forças Armadas Revolucionária da Colômbia, atua no país há mais de 50 anos com renda anual de até US$ 600 milhões. Foto: Reprodução/YoutubeO Hezbollah, que significa 'Partido de Deus', surgiu após invasão e ocupação do Líbano em 1982 por Israel. Grupo tem renda anual de US$ 500 milhões. Foto: Reprodução/YoutubeO movimento Taleban governou o Afeganistão de 1996 a 2001 e hoje tem renda estimada em US$ 400 milhões vindos principalmente do tráfico de drogas. Foto: Reprodução/YoutubeUma das organizações terroristas mais letais do mundo, a Al-Qaeda atua com cerca de US$ 150 milhões anuais. Foto: Wikemedia CommonsLashkar-e-Taiba, ou 'Exército dos justos', é um grupo radical islâmico paquistanês que atua no sudeste da Ásia com renda de até US$ 100 milhões ao ano. Foto: Reprodução/YoutubeNa Somália, a Al-Shabab é a maior organização militante do país e foi fundada em 2006. Hoje atua com cerca de US$ 70 milhões ao ano. Foto: APO IRA Real, facção radical do IRA, foi criado por ativistas que se opõem ao acordo de paz de 1998 e tem renda anual de até US$ 50 milhões. Foto: Reprodução/YoutubeBoko Haram, que significa 'educação ocidental é pecado', atua na Nigéria com anuais US$ 52 milhões. Foto: Reprodução/Youtube

Em declarações aos jornalistas, o chefe da diplomacia turca disse que o acordo foi assinado pelo vice-secretário do Ministério dos Negócios Estrangeiros turco, Feridun Sinirlioglu, e pelo o embaixador dos Estados Unidos em Ancara, John Bass.

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Segundo o ministro turco, as forças a serem equipadas e treinadas vão lutar contra o regime do presidente sírio, Bashar Al Assad, e contra o grupo Estado Islâmico e outros terroristas.

De acordo com informações divulgadas na imprensa, os norte-americanos vão fornecer o equipamento e a Turquia o treinamento dos membros do Exército da Síria Livre, em grupos de 100 homens, na província de Kirsehir, Anatólia, por períodos de três meses.

Fontes do Pentágono calculam que vão ser formadas 1.200 pessoas durante a duração do programa, que começa em março.

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O programa de equipamento e treino vai decorrer durante três anos e poderá incluir outros países, nomeadamente Jordânia e Arábia Saudita, para preparar no total cerca de 15 mil pessoas.

“Há muito para fazer. Nos países vizinhos e em outras partes do mundo, vivem-se situações caóticas. Acreditamos que podemos marcar a diferença trabalhando juntos”, disse Sinirlioglu.

* Com Agência Lusa

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