Japão duplica orçamento para combater Estado Islâmico

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Valor equivale a aproximadamente R$ 44 milhões e projeto será detalhado em conferência nos Estados Unidos

Agência Brasil

O Japão vai destinar mais de US$ 15,5 milhões (o equivalente R$ 44 milhões) para reforçar da luta antiterrorismo contra o Estado Islâmico, grupo terrorista que atua principalmente no Oriente Médio e na África. A cifra é o dobro do que foi inicialmente previsto, segundo o Ministério de Negócios Estrangeiros.

Japonses se reúnem em marcha silenciosa contra o terror
AP
Japonses se reúnem em marcha silenciosa contra o terror

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Veja os números da guerra contra o Estado Islâmico

O anúncio feito nesta terça-feira (17) ocorre depois de o grupo extremista Estado Islâmico ter executado recentemente dois japoneses. Como represália, o Japão se comprometeu a ampliar a cooperação com outros países para conter os avanços do grupo extremista no Iraque e na Síria.

Relembre ações do Estado Islâmico:


Kayla Mueller, refém norte-americana do Estado Islâmico, morreu na terça-feira (10 de fevereiro); segundo o grupo terrorista ela teria sido vítima de um bombardeio da Jordânia na Síria . Foto: APEstado Islâmico divulga vídeo onde suposto piloto jordaniano é queimado vivo em gaiola, no dia 3 de fevereiro. Foto: Reprodução/TwitterO jornalista japonês Kenji Goto foi morto pelos extremistas do Estado Islâmico no dia 30 de janeiro. Ele havia viajado para a Síria visando libertar o refém Yukawa. Foto: APImagem obtida por meio de vídeo do Estado Islâmico mostra o japonês Haruna Yukawa (à dir.), que foi decapitado em 24 de janeiro. Ele foi à Síria por ser fascinado por guerras. Foto: APO americano Peter Kassig foi identificado como o homem decapitado pelo Estado Islâmico em 16 de novembro de 2014. Ele era voluntário na Síria. Foto: ReutersNo dia 3 e outubro de 2014, o voluntário inglês Alan Henning foi decapitado pelos terroristas do Estado Islâmico. Foto: Reprodução/YoutubeVídeo mostra decapitação do refém britânico David Haines, que era voluntário na Síria e foi morto em 13 de setembro de 2014. Foto: ReutersImagem feita a partir de vídeo postado na internet pelo Estado Islâmico mostra jornalista americano Steven J. Sotloff antes de ser decapitado, no dia 2 de setembro de 2014. Foto: APInsurgentes do grupo jihadista Estado Islâmico divulgaram a decapitação do jornalista americano James Foley em 19 de agosto de 2014. Foto: Reprodução/Youtube

Em janeiro desse ano, o ministro de Negócios Estrangeiros, Fumio Kishida, durante visita a Bruxelas, anunciou a iniciativa. Na época, os dois reféns japoneses ainda estavam sequestrados pelos terroristas. 

O ministro explicou que Tóquio vai detalhar o uso do dinheiro em um fórum internacional sobre a luta contra o terrorismo, que vai ocorrer em Washington, nos Estados Unidos, na próxima quinta-feira (19).

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