Estado Islâmico diz que refém americana foi morta por bombardeios da Jordânia

Por AP | - Atualizada às

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Comunicado afirma que nenhum integrante do grupo morreu nos ataques aéreos; Kayla Muller é a última refém dos EUA ainda mantida em cativeiro pelos rebeldes na Síria e no Iraque

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Um comunicado atribuído pelo Estado Islâmico afirma que uma norte-americana mantida refém pelo grupo foi morta por bombardeios lançados pela Jordânia em Raqqa, região norte da Síria, nesta sexta-feira (6).

Kayla Muller seria a última norte-americana refém dos rebeldes que aterrorizam Iraque e Síria
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Kayla Muller seria a última norte-americana refém dos rebeldes que aterrorizam Iraque e Síria

A mulher foi identificada como Kayla Jean Mueller, a última refém norte-americana ainda mantida refém pelos rebeldes. Ela viajou à Síria para prestar trabalho comunitário. Os EUA afirmam não ter evidência sobre a morte.

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Mueller, 26 anos, é natural da cidade de Precott, no Estado do Arizona. Se a morte for confirmada, a jovem será a quarta cidadã dos EUA a morrer enquanto era mantida refém pelos terroristas. Os outros três foram os jornalistas James Foley e Steven Sotloff e o trabalhador voluntário Peter Kassig. Todos eles foram decapitados.

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O comunicado afirma que nenhum integrante do Estado Islâmico morreu nos ataques aéreos. O governo da Jordânia disse estar cético em relação à morte e os EUA investigam o caso.

Veja estrangeiros mortos pelo Estado Islâmico nos últimos meses:

Kayla Mueller, refém norte-americana do Estado Islâmico, morreu na terça-feira (10 de fevereiro); segundo o grupo terrorista ela teria sido vítima de um bombardeio da Jordânia na Síria . Foto: APEstado Islâmico divulga vídeo onde suposto piloto jordaniano é queimado vivo em gaiola, no dia 3 de fevereiro. Foto: Reprodução/TwitterO jornalista japonês Kenji Goto foi morto pelos extremistas do Estado Islâmico no dia 30 de janeiro. Ele havia viajado para a Síria visando libertar o refém Yukawa. Foto: APImagem obtida por meio de vídeo do Estado Islâmico mostra o japonês Haruna Yukawa (à dir.), que foi decapitado em 24 de janeiro. Ele foi à Síria por ser fascinado por guerras. Foto: APO americano Peter Kassig foi identificado como o homem decapitado pelo Estado Islâmico em 16 de novembro de 2014. Ele era voluntário na Síria. Foto: ReutersNo dia 3 e outubro de 2014, o voluntário inglês Alan Henning foi decapitado pelos terroristas do Estado Islâmico. Foto: Reprodução/YoutubeVídeo mostra decapitação do refém britânico David Haines, que era voluntário na Síria e foi morto em 13 de setembro de 2014. Foto: ReutersImagem feita a partir de vídeo postado na internet pelo Estado Islâmico mostra jornalista americano Steven J. Sotloff antes de ser decapitado, no dia 2 de setembro de 2014. Foto: APInsurgentes do grupo jihadista Estado Islâmico divulgaram a decapitação do jornalista americano James Foley em 19 de agosto de 2014. Foto: Reprodução/Youtube


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