Jordânia ameaça terroristas do Estado Islâmico com resposta severa

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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“O sangue do mártir Maaz al-Kassasbeh não será em vão, a resposta da Jordânia e de suas forças será severa”, disse o rei

Agência Brasil

O rei da Jordânia, Abdullah II, prometeu nesta quarta-feira (4) uma resposta severa ao grupo extremista Estado Islâmico, que queimou vivo o piloto jordaniano Maaz al-Kassasbeh, feito refém na Síria em dezembro.

Abdullah II posa à direita do premiê Maaruf Bakhit, rei prometeu resposta severa ao Estado Islâmico
AFP
Abdullah II posa à direita do premiê Maaruf Bakhit, rei prometeu resposta severa ao Estado Islâmico

“O sangue do mártir Maaz al-Kassasbeh não será em vão, e a resposta da Jordânia e de suas forças será severa”, afirmou o rei, em comunicado divulgado no final de uma reunião com os responsáveis da segurança do país.

O rei, que terminou mais cedo uma viagem aos Estados Unidos, após o anúncio da execução do piloto, afirmou que o assassinato de Kassasbeh é um ato “criminoso e covarde”.

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“A organização terrorista que o cometeu não é só nossa inimiga, é também inimiga do Islã”, disse o rei, acrescentando que a guerra contra o terrorismo deve associar toda a comunidade árabe e islâmica.

A Jordânia enforcou nesta quarta-feira (4) dois jihadistas iraquianos condenados à morte há vários anos, em resposta à execução do seu piloto.

Veja algumas das vítimas do Estado Islâmico:

Kayla Mueller, refém norte-americana do Estado Islâmico, morreu na terça-feira (10 de fevereiro); segundo o grupo terrorista ela teria sido vítima de um bombardeio da Jordânia na Síria . Foto: APEstado Islâmico divulga vídeo onde suposto piloto jordaniano é queimado vivo em gaiola, no dia 3 de fevereiro. Foto: Reprodução/TwitterO jornalista japonês Kenji Goto foi morto pelos extremistas do Estado Islâmico no dia 30 de janeiro. Ele havia viajado para a Síria visando libertar o refém Yukawa. Foto: APImagem obtida por meio de vídeo do Estado Islâmico mostra o japonês Haruna Yukawa (à dir.), que foi decapitado em 24 de janeiro. Ele foi à Síria por ser fascinado por guerras. Foto: APO americano Peter Kassig foi identificado como o homem decapitado pelo Estado Islâmico em 16 de novembro de 2014. Ele era voluntário na Síria. Foto: ReutersNo dia 3 e outubro de 2014, o voluntário inglês Alan Henning foi decapitado pelos terroristas do Estado Islâmico. Foto: Reprodução/YoutubeVídeo mostra decapitação do refém britânico David Haines, que era voluntário na Síria e foi morto em 13 de setembro de 2014. Foto: ReutersImagem feita a partir de vídeo postado na internet pelo Estado Islâmico mostra jornalista americano Steven J. Sotloff antes de ser decapitado, no dia 2 de setembro de 2014. Foto: APInsurgentes do grupo jihadista Estado Islâmico divulgaram a decapitação do jornalista americano James Foley em 19 de agosto de 2014. Foto: Reprodução/Youtube


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