Morte de Moaz al-Kasaesbeh foi divulgada pelo grupo Estado Islâmico, nesta terça-feira; ele foi queimado vivo em uma jaula

A Jordânia anunciou, na noite desta terça-feira (3), que irá executar a iraquiana Sajida al-Rishawi e outros terroristas em retaliação ao brutal assassinato de um piloto da Força Aérea do país pelo Estado Islâmico, de acordo com o jornal The Huffington Post.

O piloto Moaz al-Kasaesbeh em montagem ao lado da terrorista iraquiana Sajida al-Rishawi
AP
O piloto Moaz al-Kasaesbeh em montagem ao lado da terrorista iraquiana Sajida al-Rishawi

A morte do militar Moaz al-Kasaesbeh  foi divulgada pelo grupo que pretende criar um califado em uma vasta área que abrange partes dos territórios da Síria e do Iraque em vídeo no qual ele aparece sendo queimado vivo dentro de uma jaula. As imagens do assassinato, ocorrido dias depois da decapitação do jornalista japonês Kenji Got o, no sábado (30), levaram a reações furiosas de oficiais do Exército.

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Ainda segundo o jornal, mais do que o método do assassinato em si, diferente dos anteriores de estrangeiros (por decapitação), foi a mentira do Estado Islâmico que enfureceu os oficiais. O grupo vinha negociando desde a semana passada a soltura do piloto em troca da libertação de Sajida, integrante da Al-Qaeda condenada à prisão perpétua na Jordânia por ter participado de um atentado terrorista que matou 60 pessoas em hotéis de luxo de Amã. No entanto, a inteligência jordaniana acredita que al-Kasaesbeh foi morto no início de janeiro.

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A terrorista só não havia sido solta antes pela Jordânia pois o Estado Islâmico não forneceu provas de que o piloto estava vivo. Aparentemente, realmente não haveria como, visto que ele pode estar morto há um mês.

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