Além de matarem 12 pessoas, segundo o último boletim, os terroristas deixaram 20 feridos, quatro em estado grave

Agência Brasil

O jornalista, cartunista e diretor do semanário Charlie Hebdo, Stephane Charbonnier, conhecido como Charb, e três cartunistas do jornal estão entre os 12 mortos do ataque promovido nesta quarta-feira (7) à sede da publicação em Paris.

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O advogado do jornal confirmou à rádio France Info os nomes dos quatro profissionais da redação entre os mortos: Charb, Cabu, Wolinski e Tignous.

Além de matarem 12 pessoas, segundo o último boletim divulgado, os terroristas deixaram 20 feridos, quatro em estado grave. Os homens estavam armados com um fuzil kalashnikov e um lança-foguete.

Segundo a televisão pública France Télévision, os profissionais da redação do Charlie Hebdo estavam reunidos quando ocorreu o ataque.

O jornal tornou-se conhecido em 2006 quando decidiu republicar charges do profeta Maomé, inicialmente publicados no diário dinamarquês Jyllands-Posten o que provocou forte polêmica em vários países muçulmanos.

Em 2011, a sede do semanário foi destruída num incêndio de origem criminosa depois da publicação de um número especial sobre a vitória do partido islâmico Ennahda na Tunísia, no qual o profeta Maomé era o “redator principal”.


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