Retrospectiva 2014: Veja os protestos mais violentos realizados no mundo

Por iG São Paulo |

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Entre eles estão ativistas que incendiaram prédio do governo no México e os protestos que mataram mais de 100 na Ucrânia

Manifestantes têm incendiado carros e até prédio do governo em Guerrero, México, desde o dia 26 de setembro, quando 43 estudantes de uma escola rural do magistério de Ayotzinapa desaparecerem após protestos.

À época, a ação foi reprimida por policiais que entregaram o grupo a traficantes de drogas. Segundo esses traficantes, os jovens foram executados e tiveram seus restos mortais incinerados em um lixão. O caso ainda está sendo investigado pelas autoridades.

Veja outros protestos de 2014:

O desaparecimento de 43 estudantes em Guerrero, México, no dia 26 de setembro, provocou ações violentas por todo o país (21/11). Foto: ReutersManifestantes incendiaram veículos no estacionamento do Congresso de Guerrero. Ainda estão investigando o caso (12/11). Foto: APNo dia 12 de fevereiro, as ruas de Caracas e de outras cidades da Venezuela foram tomadas por protestos que duraram quatro meses (26/09). Foto: APHouve ao menos 43 mortes nesses atos populares. Procurado pela polícia, o líder da oposição, Leopoldo López, se entregou e responde por incitar a violência (18/02). Foto: APProtestos de rua que tiraram o ex-presidente ucraniano do poder no início de 2014 foram o início de um conflito que deixou mais de 3 mil mortos, segundo a ONU (18/02). Foto: APEm fevereiro, o governo de Viktor Yanukovych foi acusado de usar franco-atiradores para conter os ativistas (18/02). Foto: APApós o golpe de Estado de 22 de maio, várias manifestações ocorreram pela Tailândia, a maioria liderada por estudantes e intelectuais (20/05). Foto: APMeses depois, o Exército tomou o poder para 'restaurar a ordem' após atos contra governo de Yingluck Shinawatra. Mas opositores acusa militares de autoritarismo (9/05). Foto: ReutersConhecidas como 'Revolução dos guarda-chuvas', as manifestações em Hong Kong visavam a dar liberdade à região administrada por político pró-Pequim. Não deu certo (15/10). Foto: APEntre as fotos que marcaram o episódio está a de um ativista sendo preso pela polícia de choque durante um confronto em Mongkok (17/10). Foto: ReutersDurante protesto de palestinos na Cisjordânia, o ministro palestino Ziad Abu Ein foi agredido por soldado israelense e morreu pouco depois (10/12). Foto: ReutersO ativista e outros estavam na área realizando ato para que região seja nomeada Estado palestino (10/12). Foto: ReutersAtivistas de Buskina Fasso foram às ruas contra extensão do mandato presidencial de Blaise Compaoré, que esteve por 27 anos no poder (30/10). Foto: ReutersPresidente renunciou e as eleições devem ocorrer no próximo ano. Houve mortes durante os protestos (30/10). Foto: ReutersProtestos contra a violência a mulher levou milhares para as ruas do Paquistão em dezembro (14/12). Foto: Getty ImagesGrupo feminino também tomou as ruas de Istambul, Turquia, quando o editor do jornal Zaman foi preso (14/12). Foto: APManifestantes em Berkeley, Califórnia, se uniram para pedir justiça pela morte de negros pela polícia nos EUA (7/12). Foto: ReutersMultidão foi às ruas em todo o país pedindo paz e justiça. Durante os atos, eles diziam 'I can't breath' (7/12). Foto: NOAH BERGER/REUTERS/NewscomMulher durante protesto contra o ex-presidente do Egito, Hosni Mubarak, no Cairo (2/12). Foto: Reuters


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