Polônia: Deficiente é achada com parte do corpo podre após um ano presa pela mãe

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Desconcertado, policial da Polônia diz ter encontrado Aneta Poroskia parecendo que havia estado em campo de extermínio

Uma mãe acorrentou a própria filha com problemas mentais em um banheiro por um ano fazendo com que partes do corpo da jovem apodrecessem. As informações são do The Mirror.

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Reprodução/The Mirror
Quando foi encontrada pela polícia, Aneta Pokorskia tinha pulgas e partes do corpo apodrecidas


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Desconcertado ao ver a cena, policial afirmou ter encontrado Aneta Poroskia "parecendo que havia estado em um campo de extermínio" faminta e congelando em um banheiro.

O lugar onde Aneta Pokorskia, 25 anos, estava escondida foi descoberto por um parente. Além de tê-la visto usando trapos e com pulgas no corpo, ele descobriu que uma de suas nádegas e parte de sua coxa haviam apodrecido. Ela estava sofrendo de desnutrição e desidratação e tinha marcas de queimadura pelo corpo.

O membro da família havia sido comunicado pela mãe da jovem, Maria Pokorskia, 53, que a filha havia sido levada por assistentes sociais há um ano. Mas os parentes ficaram preocupados quando nada mais foi dito sobre a localização de Aneta.

Incapaz de andar por muito tempo, ela havia sido acorrentada a um pequeno banheiro. O quarto em que ela estava sendo mantida não tinha aquecimento apesar das temperaturas próximas de zero. Segundo a polícia, Maria havia trancado a filha no celeiro depois de discutir com membros da família que gostariam de interna-la em uma instituição adequada.

E para ter certeza que Aneta não faria muito barulho, ela também havia se mudado para o celeiro, colocando uma pequena cama em um canto na propriedade nos arredores de Bochnia, na Polônia.

Um porta-voz da polícia disse ter achado a jovem "Acorrentado em um banheiro caseiro" onde havia uma cadeira sem fundo. Aneta usava trapos, estava morrendo de fome e frio. Aneta foi levada a um hospital, onde os médicos dizem ser possível que ela necessite de um longo tempo até se restabelecer.

A polícia diz que eles não podem processar a mãe porque ela também tem problemas mentais. Um inquérito foi lançado pelo Ministério Público para saber porque as duas mulheres, registradas em programas sociais, haviam sido deixadas sozinhas por tanto tempo.

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