Massacre foi em uma área rural do município de Amalfi, onde estão presentes rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN)

Reuters

Sete pessoas, cinco civis e dois combatentes, morreram na sexta-feira (12) em meio a um enfrentamento entre dois grupos armados ilegais que disputam o controle de uma imensa região montanhosa no noroeste da Colômbia, estratégica para o narcotráfico e para a mineração ilegal, informaram fontes militares.

Veja recompensas já oferecidas a terroristas procurados pelo mundo:

O massacre aconteceu em uma área rural do município de Amalfi, no departamento de Antioquia, onde membros de um grupo armado ilegal entraram em uma casa da região, aparentemente para se proteger de um ataque de rivais.

Leia também:
Índios punem guerrilheiros com chicotadas e dividem a Colômbia
Guerrilheiros das Farc matam indígenas e atacam oleoduto na Colômbia
Farc e governo da Colômbia superam divergências e retomam diálogo em Cuba

As autoridades não especificaram se os homens uniformizados que morreram dentro da casa junto com os civis eram guerrilheiros, integrantes de um bando criminoso ou de grupos armados dedicados ao narcotráfico e à mineração ilegal formados por ex-paramilitares de direita.

Na região do massacre estão presentes rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN).

Os cinco civis que morreram, incluindo duas crianças, eram familiares de Daniel e Freddy Rendón Herrera, dois antigos chefes paramilitares que estão atualmente presos na Colômbia.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.