Chacina em área ocupada por rebeldes deixa sete mortos na Colômbia

Por Reuters | - Atualizada às

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Massacre foi em uma área rural do município de Amalfi, onde estão presentes rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN)

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Sete pessoas, cinco civis e dois combatentes, morreram na sexta-feira (12) em meio a um enfrentamento entre dois grupos armados ilegais que disputam o controle de uma imensa região montanhosa no noroeste da Colômbia, estratégica para o narcotráfico e para a mineração ilegal, informaram fontes militares.

Veja recompensas já oferecidas a terroristas procurados pelo mundo:

Osama bin Laden: os EUA ofereciam US$ 25 milhões (quase R$ 55 milhões) pelo fundador da Al-Qaeda. Ele foi morto em 2011. Foto: ReutersAyman al-Zawahiri: informações sobre o atual líder da Al-Qaeda podem render US$ 25 milhões. Foto: Reprodução/YoutubeAbu Mus'ab al-Zarqawi: morto em 2006 após bombardeio em Bagdá, o ex-líder da Al-Qaeda no Iraque também valia US$ 25 milhões. Foto: Reprodução/ YouTubeSaddam Hussein: a localização do deposto presidente iraquiano renderia US$ 25 milhões. Ele foi executado na forca em 2006. Foto: APUday Hussein: primogênito de Saddam foi morto em 2003 por tropas dos EUA. Informações sobre ele valiam US$ 15 milhões (R$ 33 milhões). Foto: Reprodução/YoutubeQusay Hussein: tido como sucessor do pai, o filho de Saddam foi morto em 2003 pelos EUA. Recompensa por ele era de US$ 15 milhões (R$ 33 milhões). Foto: Reprodução/YoutubeAbu Bakr al-Baghdadi: os EUA oferecem US$ 10 milhões (ao menos R$ 22 milhões) por informações sobre o líder do EIIL. Foto: Reprodução/YoutubeHafiz Saeed: os EUA oferecem US$ 10 milhões pelo líder da Jama'at-ud-Da'wah, organização terrorista paquistanesa. Foto: Reprodução/YoutubeMulá Omar: o FBI oferece até US$ 10 milhões pelo líder espiritual do Taleban. Foto: Reprodução/YoutubeYasin al-Suri: informações sobre o procurado por facilitar a movimentação de recrutas da Al-Qaeda em países como o Afeganistão valem US$ 10 milhões. Foto: Maiores recompensas por terroristas no mundo

O massacre aconteceu em uma área rural do município de Amalfi, no departamento de Antioquia, onde membros de um grupo armado ilegal entraram em uma casa da região, aparentemente para se proteger de um ataque de rivais.

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As autoridades não especificaram se os homens uniformizados que morreram dentro da casa junto com os civis eram guerrilheiros, integrantes de um bando criminoso ou de grupos armados dedicados ao narcotráfico e à mineração ilegal formados por ex-paramilitares de direita.

Na região do massacre estão presentes rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN).

Os cinco civis que morreram, incluindo duas crianças, eram familiares de Daniel e Freddy Rendón Herrera, dois antigos chefes paramilitares que estão atualmente presos na Colômbia.

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