Estado Islâmico enfrenta Exército sírio em disputa por campo de gás; 30 morrem

Por Reuters |

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Segundo testemunhas, o confronto foi um dos mais violentos entre os 2 lados; grupo sunita tomou campo de gás em julho

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Militantes do Estado Islâmico na Síria mataram ao menos 30 combatentes pró-governo durante ataque a um campo de gás, e testemunhas disseram que o confronto foi um dos mais violentos entre os dois lados, disse um grupo de monitoramento nesta quarta-feira (29).

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O Estado Islâmico tomou o campo de gás Sha'ar em julho, matando cerca de 350 militares, combatentes pró-governo, guardas e trabalhadores, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, com sede na Grã-Bretanha. As forças do governo reconquistaram o campo, a leste da cidade central de Homs, no mesmo mês.

Em uma nova rodada de confrontos na terça-feira, o Estado Islâmico tomou três poços e matou ao menos 30 combatentes do governo e aliados, segundo o Observatório, que monitora a violência na Síria por meio de uma rede de fontes. Os confrontos continuaram durante a noite, disse a organização.

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Confrontos em grande escala entre o governo sírio e o Estado Islâmico eram raros até o meio do ano, quando os jihadistas começaram a tomar posições do governo, incluindo uma série de bases militares na província de Raqqa, no norte.

Os confrontos entre as duas partes continuaram a ocorrer apesar dos bombardeios de forças lideradas pelas EUA contra o Estado Islâmico na Síria no mês passado. Os Estados Unidos afirmam que não coordenam suas ações com o presidente sírio, Bashar al-Assad.

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Cerca de 200 mil pessoas já morreram no conflito sírio, que se tornou uma guerra civil em 2011 após uma repressão do governo a protestos inicialmente pacíficos por democracia.

EUA

Os Estados Unidos estão intensificando a segurança em edifícios governamentais em Washington e em outras grandes cidades por causa de ameaças terroristas contínuas e o ataque da semana passada ao Parlamento canadense, informou o Departamento de Segurança Interna na terça.

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. Foto: APImagem postada em site militante em 14/6 parece mostrar membros do EIIL com soldados iraquianos à paisana capturados após tomada de base em Tikrit, Iraque. Foto: APCombatentes iraquianos xiitas seguram suas armas enquanto gritam palavras de ordem contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante em Cidade Sadr, Bagdá (13/6). Foto: APVoluntários esperam para se juntar ao Exército e combater militantes predominantemente sunitas em Bagdá, Iraque (13/6). Foto: ReutersPresidente dos EUA, Barack Obama, fala sobre a situação no Iraque em pronunciamento na Casa Branca, em Washington (13/6). Foto: APImagem postada em Twitter militante mostra membro do Estado Islâmico do Iraque e do Levante com sua bandeira em base militar na Província de Ninevah, Iraque (12/6). Foto: APImagem publicada por militantes no Twitter mostra combatentes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante em local na fronteira entre o Iraque e a Síria (12/6). Foto: APMuitas famílias começaram a deixar Mosul depois de ocupação por insurgentes sunitas (13/6). Foto: ReutersForças de segurança curda se posicionam do lado de fora da cidade petrolífera de Kirkuk após abandono de tropas iraquianas (12/6). Foto: APVeículos queimados pertencentes às forças de segurança iraquianas são vistos em posto de controle no leste de Mosul (11/6). Foto: ReutersPolicial federal do Iraque monta aguarda enquanto colega faz buscas em carro em posto de controle de Bagdá, Iraque (11/6). Foto: APFamílias que fogem da violência na cidade de Mosul esperam em posto de controle nos arredores de Irbil, região do Curdistão iraquiano (10/6). Foto: ReutersRefugiados que deixam Mosul se dirigem à região autônoma curda em Irbil, Iraque, a 350 km a norte de Bagdá (10/6). Foto: APMilitares se preparam para assumir suas posições durante confrontos com militantes no norte da cidade de Mosul, Iraque (9/06). Foto: AP

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Uma autoridade dos EUA disse que não havia nenhuma informação crível sobre qualquer plano específico contra um alvo norte-americano, mas foram divulgadas muitas convocações para atacar o país, inclusive em mídias sociais, por partidários de grupos como o Estado Islâmico e a Al-Qaeda.

O funcionário, que falou sob condição de anonimato, afirmou que as novas medidas acontecem após uma série de ameaças de grupos militantes que agências norte-americanas vêm monitorando há meses.

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O secretário de Segurança Interna, Jeh Johnson, disse em um comunicado: "Dados os acontecimentos mundiais, a prudência dita uma maior vigilância na proteção de instalações do governo dos EUA e nosso pessoal."

"As razões para essa ação são evidentes: as contínuas convocações públicas por organizações terroristas para ataques contra o país e outros lugares, incluindo contra policiais e outras autoridades do governo, e os atos de violência contra funcionários governamentais e instalações no Canadá e em outros lugares recentemente", acrescentou Johnson.

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O secretário disse que determinou segurança extra em "vários edifícios do governo dos EUA em Washington DC e outras grandes cidades e locais de todo o país". Os detalhes das ações a serem tomadas pelo Serviço de Proteção Federal, que abrange mais de 9.500 instalações, vão variar em diferentes locais.

Johnson alertou os serviços de segurança estaduais e municipais dos EUA para ficarem alertas especialmente para possíveis "ataques de pequena escala por um criminoso sozinho ou um pequeno grupo de indivíduos".

Na quarta-feira passada, Michael Zehaf-Bibeau, um homem descrito pelas autoridades canadenses como perturbado e viciado em drogas, matou um soldado no Memorial de Guerra do Canadá, em Ottawa, e invadiu o Parlamento, trocando tiros com agentes de segurança, antes de ser baleado e morto.

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A polícia disse que Zehaf-Bibeau, um cidadão convertido ao Islã, fez um vídeo de si mesmo antes do ataque que, segundo os policiais, forneceram evidências de que ele tinha motivos ideológicos e políticos

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