Grã-Bretanha envia drones para missões de vigilância na Síria

Por Reuters |

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Decisão surge após governo turco ter dito que combatentes curdos iraquianos reforçariam contingente em Kobani, na Síria

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A Grã-Bretanha informou nesta terça-feira (21) ter autorizado o envio de drones armados e desarmados para missões de vigilância sobre a Síria "muito em breve", a fim de reunir informações sobre o militantes do Estado Islâmico (EI).

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Combatentes da Frente Curda participam de treinamento em acampamento militar na zona rural do norte de Aleppo, Síria (20/10)


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A decisão da Grã-Bretanha surge depois de o governo turco ter dito na segunda-feira que iria permitir que combatentes curdos iraquianos reforçassem o contingente dos curdos na cidade síria de Kobani, na fronteira da Turquia.

O ministro da Defesa da Grã-Bretanha, Michael Fallon, disse que os drones Reapers e Rivet Joint voariam sobre a Síria como parte de "esforços para proteger nossa segurança nacional contra a ameaça terrorista que emana de lá".

Mas, em uma declaração escrita ao Parlamento, ele sublinhou que os Reapers não seriam autorizados a usar suas armas na Síria, algo que iria requerer "permissão adicional", segundo afirmou, ou seja, uma votação no Parlamento.

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. Foto: APImagem postada em site militante em 14/6 parece mostrar membros do EIIL com soldados iraquianos à paisana capturados após tomada de base em Tikrit, Iraque. Foto: APCombatentes iraquianos xiitas seguram suas armas enquanto gritam palavras de ordem contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante em Cidade Sadr, Bagdá (13/6). Foto: APVoluntários esperam para se juntar ao Exército e combater militantes predominantemente sunitas em Bagdá, Iraque (13/6). Foto: ReutersPresidente dos EUA, Barack Obama, fala sobre a situação no Iraque em pronunciamento na Casa Branca, em Washington (13/6). Foto: APImagem postada em Twitter militante mostra membro do Estado Islâmico do Iraque e do Levante com sua bandeira em base militar na Província de Ninevah, Iraque (12/6). Foto: APImagem publicada por militantes no Twitter mostra combatentes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante em local na fronteira entre o Iraque e a Síria (12/6). Foto: APMuitas famílias começaram a deixar Mosul depois de ocupação por insurgentes sunitas (13/6). Foto: ReutersForças de segurança curda se posicionam do lado de fora da cidade petrolífera de Kirkuk após abandono de tropas iraquianas (12/6). Foto: APVeículos queimados pertencentes às forças de segurança iraquianas são vistos em posto de controle no leste de Mosul (11/6). Foto: ReutersPolicial federal do Iraque monta aguarda enquanto colega faz buscas em carro em posto de controle de Bagdá, Iraque (11/6). Foto: APFamílias que fogem da violência na cidade de Mosul esperam em posto de controle nos arredores de Irbil, região do Curdistão iraquiano (10/6). Foto: ReutersRefugiados que deixam Mosul se dirigem à região autônoma curda em Irbil, Iraque, a 350 km a norte de Bagdá (10/6). Foto: APMilitares se preparam para assumir suas posições durante confrontos com militantes no norte da cidade de Mosul, Iraque (9/06). Foto: AP

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Fallon anunciou na semana passada que a Inglaterra estava enviando drones armados Reapers para realizar ataques aéreos contra Estado Islâmico no Iraque. Até agora, a Royal Air Force realizou cerca de 38 missões de combate no Iraque.

O Parlamento aprovou ataques aéreos no Iraque no mês passado, depois de um pedido do governo iraquiano. Mas a Grã-Bretanha não está realizando bombardeios na Síria. Fallon já havia dito que ataques no território sírio exigiriam aprovação parlamentar fresco.

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