Pior confronto desde início das manifestações, há 3 semanas, terminou com 45 ativistas presos; um homem foi hospitalizado

BBC

A polícia de Hong Kong abriu uma investigação para apurar se houve uso excessivo de força na dispersão de protestos pró-democracia nesta quarta-feira (15).

Ontem: Polícia de Hong Kong desmonta barricadas e libera vias em centro financeiro

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Polícia de Hong Kong investiga uso excessivo de força contra protestos


Policiais que agrediram ativista algemado foram 'afastados das funções', disse polícia
Reprodução/BBC
Policiais que agrediram ativista algemado foram 'afastados das funções', disse polícia

Dia 10: Manifestantes de Hong Kong se reagrupam após fim das negociações

Policiais e manifestantes entraram em confronto na terceira noite de operações para dispersar os bloqueios de rua erguidos na região autônoma da China.

Os manifestantes usaram guarda-chuvas para se proteger do gás de pimenta. Em desvantagem numérica, a polícia chegou a se retirar, mas depois voltou com reforços e dispersou os protestos com o uso de cassetetes. Cerca de 45 manifestantes foram presos.

Dia 9: Governo de Hong Kong rompe negociações com manifestantes

Policiais que agrediram ativista algemado foram 'afastados das funções', disse políciaImagens mostraram a agressão de oficiais contra um homem algemado, o ativista Ken Tsang.

Dia 7: Ativistas em Hong Kong reduzem bloqueios; negociações continuam

Fotos de Tsang – que vestia uma camisa do Corinthians – circularam na imprensa mundial. Os policiais que participaram do incidente foram afastados das suas funções, segundo a polícia de Hong Kong.

Os protestos já duram três semanas. Os manifestantes se opõem a uma determinação que obriga que candidatos nas eleições locais sejam antes aprovados por Pequim.

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