Apesar dos combates na Ucrânia, peritos mantêm buscas por restos do voo MH17

Por Reuters |

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Quatro especialistas da Holanda estiveram no local onde o voo malaio caiu para tentar reaver pertences e até restos humanos

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Quatro especialistas da polícia holandesa visitaram, nesta segunda-feira (13), o local do acidente do voo MH17 da Malaysia Airlines para ajudar a recuperar os pertences e restos humanos apesar dos combates ao redor, no leste da Ucrânia.

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Os especialistas estavam no local para aconselhar uma equipe do ministério ucraniano de Emergências que juntava restos dos destroços nos campos onde o avião da Malásia caiu em 17 de julho, matando todos os 298 ocupantes, disse um correspondente da Reuters no local. Dois terços das vítimas eram cidadãos holandeses.

Fumaça podia ser vista a cinco quilômetros de distância, apesar do cessar-fogo, enquanto a equipe coletava items como livros, pasta de dente, cartas de baralho, um relógio de plástico e um bastão de desodorante, embora muitos estivesse queimados demais para a identificação.

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. Foto: APEmblema em veículo e placas de outros carros indicam que tropas são do Exército russo (1/3). Foto: APHomens armados não identificados e vestidos com uniformes de camuflagem bloqueiam a entrada do prédio do Parlamento da Crimeia em Simferopol, Ucrânia (1/3). Foto: APHomens armados não identificados bloqueiam entrada de Parlamento da Crimeia em Simferopol, Ucrânia (1/3). Foto: APHomem armado não identificado com uniforme de camuflagem bloqueia estrada que leva a aeroporto militar em Sevastopol, na Crimeia. Foto: APSoldados em uniformes sem identificação montam guarda durante tomada de controle de escritórios da Guarda Costeira em Balaklava, Crimeia, na Ucrânia (1/3). Foto: APSoldados em uniformes sem identificação montam guarda durante tomada de controle de escritórios da Guarda Costeira em Balaklava, Crimeia, na Ucrânia (1/3). Foto: APSoldados em uniformes sem identificação montam guarda nos arredores de Sevastopol, na ucraniana Crimeia. Foto: APHomem com uniforme sem identificação patrula aeroporto de Simferopol, na Ucrânia (28/2). Foto: AP

Equipes forenses na Holanda identificaram 272 vítimas do acidente, mas ainda acredita-se que haja restos mortais na área.

O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, disse na sexta-feira estar furioso pelo fato de os investigadores holandeses não poderem concluir seu trabalho por causa da luta entre separatistas pró-Rússia e forças do governo ucraniano.

Um cessar-fogo para o conflito que já matou mais de 3.500 pessoas está em vigor desde 5 de setembro, mas os combates continuam esporadicamente em algumas áreas.

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Acredita-se que a aeronave, que estava em rota de Amsterdã para Kuala Lumpur, tenha sido atingida por um míssil disparado em terra por separatistas pró-Rússia que dominam o território. O governo ucraniano pôs a culpa do incidente sobre os rebeldes e acusa a Rússia de armá-los. Os rebeldes e Moscou negam as acusações.

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