Jennifer Cramblett e sua parceira gostariam de ter filha branca, pois alegam que a população da cidade onde moram é racista

A americana Jennifer Cramblett está processando um banco de sêmen de Chicago por ter enviado o esperma de um homem negro ao invés o de um homem branco como ela e sua parceira queriam. Jennifer alega estar preocupada com o tratamento que a sua filha de 2 anos receberá da sua família e na cidade onde vivem.

Leia também:  Holandês faz filhos 'por caridade' e já teve 98 em 12 anos

Payton, 2 anos, nasceu após inseminação artificial com esperma de homem negro (1/10)
AP
Payton, 2 anos, nasceu após inseminação artificial com esperma de homem negro (1/10)

A instituição envolvida no caso não quis comentar, mas o processo mostra que o erro aconteceu quando um funcionário trocou um algarismo do número com o que o doador estava cadastrado, fazendo com que o esperma errado fosse enviado.

Jennifer Cramblett teve filha mestiça após banco de sêmen enviar esperma errado (1/10)
AP
Jennifer Cramblett teve filha mestiça após banco de sêmen enviar esperma errado (1/10)

Jennifer acreditava que estava recebendo esperma de um homem branco e só descobriu que era de um negro quando já estava grávida. O engano foi descoberto quando a americana ligou para o banco para pedir mais sêmen para que sua parceira, Amanda Zinkon também engravidasse, para dar um irmão à primeira filha.

"Como eles podem ter cometido um erro tão pessoal?", questionou Cramblett durante uma entrevista por telefone na última quarta (1). "Eles pegaram uma decisão pessoal e se encarregaram de fazer essa escolha para nós por negligência pura", acrescentou.

O processo diz que a pequena Payton tem sido alvo de preconceito na cidade de Uniontown e por isso, as americanas querem se mudar para outra cidade. No processo, elas pedem cerca de US $ 50 mil pelos danos. 

* Com AP

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.