México captura líder do narcotráfico Héctor Beltrán, segundo fonte do governo

Por Reuters |

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Fonte do Ministério do Interior diz que exames de DNA devem confirmar a identidade; prisão é comemorada por presidente

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Autoridades mexicanas capturaram o líder narcotraficante Héctor Beltrán Leyva, procurado pelos governos do México e dos Estados Unidos, disse uma fonte do Ministério do Interior, acrescentando que exames de DNA estavam sendo feitos para confirmar a identidade dele.

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Fotos de Hector Beltran Leyva, que trava conflito sangrento com um ex-aliado, Joaquín 'El Chapo' Guzman, exibidas em coletiva no México (1/10)


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A fonte não detalhou quando nem onde ele foi capturado, mas disse que o Ministério Público Federal dará mais informações sobre o caso.

O México oferecia uma recompensa de 30 milhões de pesos, ou 2,2 milhões de dólares, enquanto que os EUA estavam dispostos a pagar 5 milhões de dólares pela captura de Beltrán Leyva, chefe máximo do cartel de mesmo nome.

Ele assumiu o comando do cartel após a captura, em agosto de 2010, de Edgar "La Barbie" Valdez e a morte, em dezembro de 2009, de seu irmão Arturo Beltrán Leyva, conhecido como "El Barbas", que morreu baleado durante um confronto com fuzileiros navais em Cuernavaca, perto da capital.

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Durante anos, os irmãos Beltrán Leyva trabalharam com outros narcotraficantes do Estado de Sinaloa, em particular o cartel de Joaquín "El Chapo" Guzmán. Segundo reportagens, eles comandavam a rede de sicários de Guzmán, o Estado de Sonora e o popular balneário de Acapulco.

Guzmán, chefe do cartel de Sinaloa e que era um dos narcotraficantes mais procurados do mundo, foi capturado no fim de fevereiro em seu Estado natal, no maior golpe de uma longa e sangrenta cruzada contra os poderosos cartéis da droga.

Guzmán, que esteve foragido por 13 anos depois de ter escapado de uma prisão mexicana onde cumpria uma longa pena, foi capturado com ajuda de agências norte-americanas. A detenção de Beltrán Leyva marca outra grande vitória para o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, depois da detenção de Guzmán.

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