Alton Alexander Nola, 30 anos, ainda esfaqueou outra colega antes da polícia chegar ao local e impedi-lo de assassiná-la

Um homem de 30 anos esfaqueou e decapitou uma ex-colega dias depois de ter sido demitido da empresa onde trabalhava, em Moore, nos EUA. O caso ocorreu na quinta-feira (25) e chocou a população da pequena cidade de cerca de 55 mil habitantes, localizada no Condado de Cleveland, no estado de Oklahoma.

Alton Nolen em mugshot do ano passado
Reuters
Alton Nolen em mugshot do ano passado

De acordo com o Departamento de Polícia, Alton Alexander Nolan entrou no escritório central da Vaughan Food, empresa de processamento de alimentos onde trabalhava, e esfaqueou Colleen Hufford, 54 anos, arrancando sua cabeça na sequência.

Ele ainda teve tempo de esfaquear outra ex-colega, Traci Johnson, 43 anos, antes de o chefe de operação da empresa, um ex-xerife chamado Mark Vaughan, aparecer e atirar nele algumas vezes com um rifle. Nolan foi hospitalizado, mas não corre risco de morrer. 

De acordo com o Sargento Jeremy Lewis, o assassino não tinha qualquer relação com as vítimas fora do trabalho. Ele também disse que Nolan havia tentado recentemente converter colegas de trabalho ao islamismo.

Relembre outros tristes episódios de decapitação pelo mundo:

Nolan já havia sido preso em outras ocasiões por agressão, posse de substâncias controladas e fuga de prisão. De acordo com o Departamento Penitenciário de Oklahoma, ele tem um tatuagem em árabe que diz "assalamu alaikum", cujo significado é "que a paz esteja com você".

Casos de decapitação se tornaram prática relativamente frequente entre radicais islâmicos para intimidar e aterrorizar seus inimigos. Nos últimos meses, o Estado Islâmico se tornou o principal representante da prática, cortando cabeças de cidadãos na Síria e no Iraque, inclusive de americanos e europeus, como os jornalistas James Foley  e Steven Sotloff .

*Com Reuters

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