Do Iraque ao México: Veja mortes por decapitação que chocaram o mundo

Por iG São Paulo |

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Além do grupo Estado Islâmico, narcotraficantes mexicanos e o governo saudita também recorreram a esse tipo de execução

As mortes por decapitação do britânico David Haines e dos americanos James Foley e Steven Sotloff pelo Estado Islâmico (EI) provocaram indignação internacional. Mas não foram os primeiros casos a estarrecer o mundo.

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Em 2011, a morte de Ruyati Binti, uma faxineira de 54 anos nascida na Indonésia, também gerou polêmica. Ela foi decapitada em junho na Arábia Saudita pela morte do dono da casa onde morava e trabalhava, mesmo garantindo que sofria agressões e que havia agido em legítima defesa.

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Depois de ignorar as alegações e o apelo oficial de clemência do governo indonésio, autoridades sauditas executaram a pena e divulgaram imagens do corpo da mulher pendurado em um helicóptero para escárnio público. Veja mais casos na galeria.

Ruyati Binti Satubi: a faxineira nascida na Indonésia foi condenada a decapitação em 2011 após matar seu patrão na Arábia Saudita. Foto: Reprodução/YoutubeRuyati Binti Satubi: ela foi executada mesmo garantindo que agiu em legítima defesa e que era vítima de agressões. Seu corpo foi usado para escárnio. Foto: Reprodução/YoutubeEugene Armstrong: sequestrado em Bagdá em 2004, o americano trabalhava no setor de construção quando foi sequestrado e depois, decapitado. Foto: Reprodução/YoutubeEugene Armstrong: à época, o grupo radical islâmico Tawhid wal Yihad (Unificação e Guerra Santa) divulgou vídeo da execução. Foto: Reprodução/YoutubeDavid Haines: em 13 de setembro, o Estado Islâmico divulgou vídeo da morte do escocês de 44 anos. Ele era agente humanitário e foi sequestrado na Síria em 2013. Foto: ReutersAmina bint Abdul Halim bin Salem Nasser: saudita foi decapitada em 2011 sob acusação de bruxaria. A Arábia Saudita não divulgou mais nada sobre a morte. Foto: Reprodução/YoutubeAmina bint Abdul Halim bin Salem Nasser: jornal árabe de Londres informou que ela tinha até 60 anos e dizia que curava doenças em troca de dinheiro. Foto: Reprodução/YoutubeDaniel Pearl: em 2002, o repórter do Wall Street Journal foi capturado e morto pelo Movimento Nacional para Restauração da Soberania Paquistanesa, no Paquistão. Foto: Wikimedia CommonsAnna Månsdotter: a sueca foi decapitada em 1890 por ter supostamente matado a nora, Hanna Johansdotter, com ajuda do filho, em março de 1889. Foto: Wikemedia CommonsAnna Månsdotter: enquanto ela recebeu a pena de decapitação, seu filho foi preso e libertado em 1913. Morreu de tuberculose em 1918. Foto: Reprodução/YoutubeSteven J. Sotloff: no dia 2 de setembro, imagens do Estado Islâmico mostraram a decapitação do jornalista americano. Ele tinha 31 anos e havia sido sequestrado em 2013. Foto: APMarisol Macías Castañeda, México: a jornalista foi decapitada em 2011 por suas denúncias sobre os crimes de cartéis de drogas na internet. Foto: Reprodução/InternetMarisol Macías Castañeda, México: segundo o Daily Mail, o corpo foi achado na cidade de Nuevo Laredo. Outros jornalistas foram decapitados por facções. Foto: Reprodução/YoutubeJames Foley: em agosto, o Estado Islâmico divulgou vídeo que mostrava decapitação do jornalista americano. Ele tinha 40 anos. Foto: Reprodução/YoutubeThomas More: diplomata, filósofo e escritor, ele foi acusado, em 1535, de traição e decapitado na Inglaterra; 4 séculos depois foi canonizado pela Igreja católica. Foto: Wikimedia CommonsMaria Antonieta: a austríaca se tornou rainha da França ao se casar com o Rei Louis XVI em 1770. Foi decapitada durante a Revolução Francesa. Foto: Wikimedia CommonsMaria Antonieta: casada desde os 14, ela ganhou gradualmente a antipatia do povo, que a acusava de ser promíscua e de influenciar o marido a favor da Áustria. Foto: Wikimedia Commons


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