Além do grupo Estado Islâmico, narcotraficantes mexicanos e o governo saudita também recorreram a esse tipo de execução

As mortes por decapitação do britânico David Haines e dos americanos James Foley e Steven Sotloff pelo Estado Islâmico (EI) provocaram indignação internacional. Mas não foram os primeiros casos a estarrecer o mundo.

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Em 2011, a morte de Ruyati Binti, uma faxineira de 54 anos nascida na Indonésia, também gerou polêmica. Ela foi decapitada em junho na Arábia Saudita pela morte do dono da casa onde morava e trabalhava, mesmo garantindo que sofria agressões e que havia agido em legítima defesa.

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Depois de ignorar as alegações e o apelo oficial de clemência do governo indonésio, autoridades sauditas executaram a pena e divulgaram imagens do corpo da mulher pendurado em um helicóptero para escárnio público. Veja mais casos na galeria.


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