Para Hollande, presidente da Síria não é aliado na luta contra o Estado Islâmico

Por Reuters |

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'Não há escolha a ser feita entre duas barbáries', disse o líder da França; ele defende armar forças que combatem o grupo sunita

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O presidente francês, François Hollande, disse nesta quinta-feira (28) que as forças que combatem militantes do Estado Islâmico na Síria e no Iraque devem ter mais apoio do Ocidente, mas acrescentou que o presidente sírio, Bashar al-Assad, não pode ser um aliado contra os jihadistas.

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"Uma grande aliança é necessária, mas vamos ser claros. Assad não é um parceiro na luta contra o terrorismo", disse Hollande em discurso. Chamando Assad de um aliado dos jihadistas, ele completou: "Não há escolha a ser feita entre duas barbáries."

Em um texto divulgado antes de um discurso para uma conferência anual de embaixadores franceses, Hollande também disse que "para combater o Estado Islâmico, a comunidade internacional deve também armar as forças que o estão combatendo."

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Forças rebeldes sírias têm lutado contra Assad há mais de três anos com apoio político do Ocidente, em uma guerra que já custou 190 mil vidas.

No entanto, a chegada de grupos islâmicos extremistas para o front da guerra e seus avanços no vizinho Iraque têm marcado um dilema para a política externa ocidental.

A França, na semana passada, disse ter fornecido armas para a oposição síria "moderada", mas diplomatas disseram que há diferenças de opiniões entre Paris e Washington sobre se deve ser concedido mais apoio no futuro, à medida que os esforços de combate ao Estado Islâmico na Síria crescem.

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Hollande reiterou seus planos para realizar uma conferência internacional para ajudar a coordenar ações internacionais contra o Estado Islâmico.

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