Segundo nota do Ministério da Saúde, 2.016 morreram e cerca de 10.196 ficaram feridos na guerra; 541 vítimas são crianças

Agência Brasil

O número de mortos no recente conflito Israel-Palestina já provocou mais de 2 mil mortos na Faixa de Gaza, informou nesta segunda-feira (18) o Ministério da Saúde, acrescentando que mais feridos nos ataques israelenses acabaram morrendo.

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Palestina entre os restos de sua casa, que testemunhas disseram ter sido destruída durante a ofensiva israelense na vila Jöhr El-Deek, centro de Gaza (17/08)
Reuters
Palestina entre os restos de sua casa, que testemunhas disseram ter sido destruída durante a ofensiva israelense na vila Jöhr El-Deek, centro de Gaza (17/08)


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De acordo com a nota, um total de 2.016 pessoas morreram e mais 10.196 ficaram feridas durante a ofensiva israelense a Gaza, há mais de um mês. Entre os mortos estão 541 crianças, 250 mulheres e 95 homens idosos.

O número de mortos, que estava fixado em 1.980, subiu depois de várias pessoas feridas no conflito terem morrido em hospitais de Gaza, no Cairo e em Jerusalém, locais para onde foram levadas para receber tratamento médico.

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Médicos também encontraram um cadáver nos escombros do distrito de Shejaiya, no leste da cidade de Gaza, que estava no local há mais de três semanas, segundo o comunicado.

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Nesta segunda, do outro lado do conflito, o Exército de Israel confirmou que cinco dos 64 soldados mortos em combate foram vítimas de "fogo amigo".

Desde que começaram as hostilidades, em 8 de julho, o governo israelense assegura que o objetivo do Exército é destruir as plataformas de lançamento de rockets e os túneis escavados pelas milícias palestinas entre Gaza e o território de Israel.

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Nas últimas semanas, as duas partes acertaram duas tréguas humanitárias de 72 horas, renovadas na quinta-feira (15) por mais cinco dias, para continuar as negociações sobre os termos de um acordo que ponha fim à ofensiva militar.

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