União Europeia apoia envio de armas aos combatentes curdos no Iraque

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EUA haviam pedido a países europeus que fornecessem armas a combatentes curdos; países como a França prometeram ajudar

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Deslocados da minoria Yazidi, que fogem da violência do Estado Islâmico, são retirados do Monte Sinjar, norte do Iraque, em caminhões (13/08)

A União Europeia disse nesta sexta-feira (15) que governos da UE estão liberados para enviar armas aos curdos iraquianos que enfrentam militantes islâmicos, desde que tenham a aprovação das autoridades nacionais do Iraque.

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Em uma reunião de emergência realizada em Bruxelas, ministros das Relações Exteriores da UE não chegaram a um consenso sobre todos enviarem armas para os curdos iraquianos, mas saudaram a decisão de alguns governos da UE, como o da França, de fazê-lo.

A UE disse que também vai buscar formas de impedir militantes do Estado Islâmico, que tomaram alguns campos de petróleo na Síria e no Iraque, de tirarem proveito da venda de petróleo.

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O bloco também pediu por uma investigação rápida sobre os abusos de direitos humanos na Síria e no Iraque, afirmando que alguns podem ser crimes contra a humanidade.

Mais cedo, o novo primeiro-ministro do Iraque, Haider al-Abadi, fez um apelo a seus compatriotas por união para enfrentar desafios perigosos, e alertou que o caminho pela frente será difícil, nesta sexta.

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Em sua página no Facebook, Abadi disse que não faria promessas irreais, mas encorajou os iraquianos a trabalhar juntos para fortalecer o país, que enfrenta uma guerra civil sectária.

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. Foto: APImagem postada em site militante em 14/6 parece mostrar membros do EIIL com soldados iraquianos à paisana capturados após tomada de base em Tikrit, Iraque. Foto: APCombatentes iraquianos xiitas seguram suas armas enquanto gritam palavras de ordem contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante em Cidade Sadr, Bagdá (13/6). Foto: APVoluntários esperam para se juntar ao Exército e combater militantes predominantemente sunitas em Bagdá, Iraque (13/6). Foto: ReutersPresidente dos EUA, Barack Obama, fala sobre a situação no Iraque em pronunciamento na Casa Branca, em Washington (13/6). Foto: APImagem postada em Twitter militante mostra membro do Estado Islâmico do Iraque e do Levante com sua bandeira em base militar na Província de Ninevah, Iraque (12/6). Foto: APImagem publicada por militantes no Twitter mostra combatentes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante em local na fronteira entre o Iraque e a Síria (12/6). Foto: APMuitas famílias começaram a deixar Mosul depois de ocupação por insurgentes sunitas (13/6). Foto: ReutersForças de segurança curda se posicionam do lado de fora da cidade petrolífera de Kirkuk após abandono de tropas iraquianas (12/6). Foto: APVeículos queimados pertencentes às forças de segurança iraquianas são vistos em posto de controle no leste de Mosul (11/6). Foto: ReutersPolicial federal do Iraque monta aguarda enquanto colega faz buscas em carro em posto de controle de Bagdá, Iraque (11/6). Foto: APFamílias que fogem da violência na cidade de Mosul esperam em posto de controle nos arredores de Irbil, região do Curdistão iraquiano (10/6). Foto: ReutersRefugiados que deixam Mosul se dirigem à região autônoma curda em Irbil, Iraque, a 350 km a norte de Bagdá (10/6). Foto: APMilitares se preparam para assumir suas posições durante confrontos com militantes no norte da cidade de Mosul, Iraque (9/06). Foto: AP

Dia 14: Militantes extremistas se concentram perto de outra cidade ao norte de Bagdá

Para ajudar o país a enfrentar os extremistas sunitas do Estado Islâmico, a Grã-Bretanha vai considerar "positivamente" qualquer pedido de armas dos curdos, disse uma porta-voz do primeiro-ministro britânico nesta sexta.

Os Estados Unidos pediram a países europeus que forneçam armas e munição aos combatentes curdos, de acordo com autoridades norte-americanas e europeias.

O premiê britânico, David Cameron, tem dito até o momento que qualquer resposta britânica seria limitada a um esforço humanitário, mas Londres também tem transportado para as forças curdas certos equipamentos, como munição, fornecidos por outros países.

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"Se nós recebêssemos um pedido, então consideraríamos positivamente", disse a porta-voz.

Vários governos europeus, incluindo França, Alemanha, República Tcheca e Holanda, disseram que vão enviar armas aos curdos ou pretendem fazê-lo.

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