Equipe holandesa cancela ida a local de queda de avião da Malásia na Ucrânia

Por iG São Paulo |

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Vice-chefe da Osce justifica ação afirmando que há relatos de confrontos na região leste, onde separatistas combatem Kiev

Especialistas holandeses cancelaram planos de se dirigir ao local da queda do voo MH17 da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia por relatos de confrontos na região, onde separatistas pró-Rússia combatem forças do governo de Kiev, disseram autoridades neste domingo (27).

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Alexander Hug, o vice-chefe da equipe de monitoramento da Organização para Segurança e Cooperação na Europa (Osce), disse que era muito perigoso para oficiais desarmados viajar de sua localidade atual na cidade controlada por rebeldes de Donetsk. Ele afirmou que essa missão, contendo oficiais da Holanda e da Austrália, consideraria retomar as operações se a segurança melhorar.

Atirador protege área onde caiu Boeing 777 da Malaysian Airlines (24/7). Foto: ReutersGuardas de honra levam caixão de uma das vítimas do voo malaio abatido na Ucrânia no aeroporto de Kharkiv (23/7). Foto: ReutersRebeldes fazem guarda enquanto monitores da Osce checam destroços do voo abatido na Ucrânia (22/7). Foto: ReutersEquipes resgatam corpos em meio aos escombros de avião que caiu na Ucrânia (21/7). Foto: APPeter Van Vilet, líder da equipe holandesa de investigações forenses, sai de vagão após inspecionar trem refrigerado na Ucrânia (21/7). Foto: APLíder separatista Aleksander Borodai, ao centro, entrega caixas-pretas do voo MH17a Mohamed Sakri (D.), da Malásia (21/7). Foto: Maxim Zmeyev/Reuters/NewscomBoa parte das cidades da Holanda tiveram o sábado (19) marcado por homenagens aos 193 cidadãos mortos em queda de avião na Ucrânia (19/7). Foto: AP PhotoReprodução de vídeo divulgada por Kiev nesta sexta (18/7) supostamente mostra caminhão carregando lançador de míssil Buk usado para abater avião malaio. Foto: ReproduçãoA malaia Siti Dina chora após ver o nome da filha na lista de passageiros a bordo do voo MH17 da Malaysia Airlines em aeroporto de Sepang, Malásia (18/07). Foto: ReutersHomem (azul) cuja família estava a bordo do voo MH17 consola outro que tinha acabado de chegar com a esposa para confirmar mortes (18/07). Foto: ReutersMulher reage a notícias sobre a queda de avião da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia no aeroporto internacional de Kuala Lumpur em Sepang, Malásia (18/07). Foto: APParentes de passageiros a bordo do voo malaio que caiu na Ucrânia chegam a ao aeroporto internacional de Kuala Lumpur, Malásia (18/07). Foto: ReutersReação de uma mulher em frente a embaixada holandesa em Moscou, Rússia (18/07). Foto: Reuters'Nós sentimos muito, muito, muito. É uma vergonha terrível', diz mensagem deixada em frente a embaixada da Holanda em Moscou, Rússia (18/07). Foto: ReutersGaroto deixa flores em frente a embaixada da Holanda em Moscou, Rússia (18/07). Foto: ReutersMembros do Ministério de Emergência ucraniano procuram corpos perto do local onde avião malaio caiu na Ucrânia (18/07). Foto: ReutersTapete cobre corpo de passageiro do voo malaio que caiu em vila perto de Donetsk, Ucrânia (18/07). Foto: ReutersFlores sobre pertences pessoais de passageiros do voo malaio abatido perto de Donetsk, Ucrânia (18/07). Foto: ReutersPertences pessoais de passageiros do voo malaio abatido perto de Donetsk, Ucrânia (18/07). Foto: ReutersMulher afirma que parente estava no avião da Malaysia Airlines e se emociona(17/07). Foto: ReutersDestroços de avião da Malásia e corpos são encontrados no leste da Ucrânia (17/07). Foto: ReutersDestroços de avião da Malásia e corpos são encontrados no leste da Ucrânia (17/07). Foto: ReutersSegundo uma autoridade da Ucrânia, a aeronave teria sido abatida por um míssil lançado por militantes pró-Rússia (17/07). Foto: Reprodução TwitterSegundo uma autoridade da Ucrânia, a aeronave teria sido abatida por um míssil lançado por militantes pró-Rússia (17/07). Foto: Reprodução TwitterSegundo uma autoridade da Ucrânia, a aeronave teria sido abatida por um míssil lançado por militantes pró-Rússia (17/07). Foto: ReproduçãoBoeing com 295 passageiros voava de Amsterdã para Kuala Lumpur (17/07). Foto: ReutersAvião da Malásia cai na Ucrânia perto da fronteira russa (17/07). Foto: Reprodução TwitterBoeing com 295 passageiros voava de Amsterdã para Kuala Lumpur (17/07). Foto: ReutersVídeo feito após queda do avião da Malásia que caiu na Ucrânia (17/07) . Foto: Reprodução TwitterAvião da Malásia cai na Ucrânia perto da fronteira russa (17/07). Foto: ReproduçãoAvião da Malásia cai na Ucrânia perto da fronteira russa (17/07). Foto: Reprodução/TwitterAvião da Malásia cai na Ucrânia perto da fronteira russa
. Foto: ReutersAvião da Malásia cai na Ucrânia perto da fronteira russa
. Foto: Reprodução/TwitterAvião da Malásia cai na Ucrânia perto da fronteira russa
. Foto: ReutersVisão geral mostra o local onde um Boeing 777 da Malaysia Airlines caiu em Grabovo, na região de Donetsk, Ucrânia. Foto: Reuters

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As declarações foram dadas depois de o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, ter anunciado que, a partir de quarta-feira, enviaria de Kuala Lumpur 68 policiais malaios para o local da queda do avião malaio depois que separatistas pró-Rússia concordaram em permitir que uma equipe policial internacional fornecesse proteção aos investigadores.

Obama: Evidências indicam que míssil de área pró-Rússia abateu avião da Malásia

Em um comunicado, Razak afirmou que conversou com seus homólogos da Holanda e da Austrália, com os três tendo concordado em trabalhar juntos no envio de policiais ao local. Ainda não está claro se os relatos de confrontos farão a Malásia reconsiderar seus planos.

Líder separatista: Não recebemos míssil responsável por queda do voo MH17

Havia 193 holandeses, 43 malaios e 37 australianos no voo que foi abatido por um míssil terra-ar quando sobrevoava o território rebelde no leste da Ucrânia em 17 de julho, em uma viagem da Holanda para Kuala Lumpur. O incidente matou todas as 298 pessoas a bordo. Funcionários dos EUA e da Ucrânia disseram que a aeronave foi atingida por um míssil lançado do território rebeldes, muito provavelmente por erro.

Especialistas da Holanda: Caixas-pretas do voo MH17 não foram adulteradas

Na semana passada, Najib alcançou um acordo com o líder rebelde Alexander Borodai para garantir a entrega das caixas-pretas do avião e os restos mortais das vítimas, assim como para assegurar um acesso seguro ao local.

*Com AP

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