SU-25 estava conduzindo operações militares contra ofensiva insurgente na região; piloto conseguiu se ejetar com segurança

Um jato russo derrubou um caça SU-25 ucraniano que estava conduzindo operações militares sobre o leste da Ucrânia, onde forças do governo de Kiev realizam uma ofensiva para dominar rebelião separatista pró-Rússia, disse um porta-voz militar ucraniano nesta quinta-feira (17).

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Primeiro-ministro ucraniano Arseniy Yatsenyuk, à dir., conversa com um oficial durante inspecção ao Exército fora da cidade de Slovyansk, Ucrânia (16/07)
AP
Primeiro-ministro ucraniano Arseniy Yatsenyuk, à dir., conversa com um oficial durante inspecção ao Exército fora da cidade de Slovyansk, Ucrânia (16/07)


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O avião foi derrubado na noite de quarta por um disparo de foguetes e o piloto conseguiu se ejetar com segurança, declarou a jornalistas Andriy Lysenko, porta-voz do Conselho Nacional de Defesa e Segurança da Ucrânia. Lysenko também disse que as tropas ucranianas haviam sido alvejadas por mísseis de um vilarejo dentro da Rússia.

Autoridades em Kiev recentemente acusaram as forças armadas da Rússia de estar diretamente envolvida nos ataques contra as tropas ucranianas lutando em favor da insurgência perto da fronteira.

Rebeldes pró-Rússia, por sua vez, assumiram a responsabilidade pelos ataques de quarta dois jatos ucranianos Sukhoi-25.

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O Ministério da Defesa disse que o segundo jato foi atingido por um míssil portátil, mas acrescentou que o piloto saiu ileso e conseguiu pousar o avião com segurança. Moscou nega as acusações ocidentais de que apoia os separatistas na Ucrânia ou semeia a instabilidade no país vizinho.

Na segunda, Ucrânia informou que um de seus aviões de transporte militar com oito tripulantes foi abatido por um míssil disparado do território russo. O chefe do Serviço de Segurança, Valentyn Nalyvaichenko, disse que tinha "provas incondicionais" que a Rússia estava envolvida na derrubada.

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Rebeldes alegaram ter derrubado o avião. Os EUA impôs sanções mais duras contra a Rússia na quarta por suas ações na Ucrânia, provocando forte reação do presidente russo, Vladimir Putin. Ele informou nesta quinta que o impasse nas relações bilaterais vai interferir não apenas nas empresas russas, mas também nas americanas.

A MICEX russa caiu 2,6% no pregão da tarde desta quinta (horário local) após a notícia de sanções, enquanto a queda da maior empresa de petróleo da Rússia, Rosneft, foi de quase 5%. As sanções dos EUA tiveram como alvo duas das principais empresas de energia russas, incluindo a Rosneft, um par de poderosas instituições financeiras, oito empresas de armas e quatro indivíduos.

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As sanções norte-americanas, no entanto, não foram tão rigorosas quanto o Ocidente ameaçou. Mas autoridades disseram que esses medidas ainda poderiam ser usadas, caso ​​a Rússia não cumpra as exigências de interromper seu apoio aos insurgentes pró-russos na Ucrânia.

*Com Reuters e AP

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