Carro-bomba mata ao menos seis no centro de Bagdá

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Ataque ocorreu enquanto militantes sunitas tentavam desalojar grupo de uma pequena cidade; ao menos 12 civis foram feridos

Dois carros-bomba mataram pelo menos seis em uma área comercial do centro de Bagdá nesta segunda-feira (14), enquanto forças do governo e combatentes sunitas aliados tentaram desalojar militantes de uma pequena cidade ao norte da capital, de acordo com autoridades.

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Reuters
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A explosão ocorreu no bairro predominantemente xiita Allawi perto da Zona Verde, matando três e ferindo ao menos 12 em uma região onde ficam escritórios do governo e embaixadas estrangeiras, disse um policial. O segundo ataque foi no bairro xiita de Bayaa e também causou a morte de três pessoas.

Essas explosões ocorreram em um momento em que o primeiro-ministro Nuri al-Maliki combate insurgentes islâmicos sunitas que se apoderaram de amplas áreas do norte e oeste do Iraque e ameaçam avançar até a capital.

De acordo com uma fonte, as mortes poderiam ter sido um número bem maior, mas a área não estava lotada no início desta segunda por causa do feriado estadual em comemoração à Revolução de 1958 que derrubou a monarquia.

Bagdá tem sido alvo de uma série de ataques em pequena escala desde que militantes sunitas lançaram ofensiva no Iraque mês passado. O ataque repentino causou nervosismo em Bagdá, onde milícias xiitas se uniram a forças de segurança nas últimas semanas para tentar aumentar a segurança na capital.

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. Foto: APImagem postada em site militante em 14/6 parece mostrar membros do EIIL com soldados iraquianos à paisana capturados após tomada de base em Tikrit, Iraque. Foto: APCombatentes iraquianos xiitas seguram suas armas enquanto gritam palavras de ordem contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante em Cidade Sadr, Bagdá (13/6). Foto: APVoluntários esperam para se juntar ao Exército e combater militantes predominantemente sunitas em Bagdá, Iraque (13/6). Foto: ReutersPresidente dos EUA, Barack Obama, fala sobre a situação no Iraque em pronunciamento na Casa Branca, em Washington (13/6). Foto: APImagem postada em Twitter militante mostra membro do Estado Islâmico do Iraque e do Levante com sua bandeira em base militar na Província de Ninevah, Iraque (12/6). Foto: APImagem publicada por militantes no Twitter mostra combatentes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante em local na fronteira entre o Iraque e a Síria (12/6). Foto: APMuitas famílias começaram a deixar Mosul depois de ocupação por insurgentes sunitas (13/6). Foto: ReutersForças de segurança curda se posicionam do lado de fora da cidade petrolífera de Kirkuk após abandono de tropas iraquianas (12/6). Foto: APVeículos queimados pertencentes às forças de segurança iraquianas são vistos em posto de controle no leste de Mosul (11/6). Foto: ReutersPolicial federal do Iraque monta aguarda enquanto colega faz buscas em carro em posto de controle de Bagdá, Iraque (11/6). Foto: APFamílias que fogem da violência na cidade de Mosul esperam em posto de controle nos arredores de Irbil, região do Curdistão iraquiano (10/6). Foto: ReutersRefugiados que deixam Mosul se dirigem à região autônoma curda em Irbil, Iraque, a 350 km a norte de Bagdá (10/6). Foto: APMilitares se preparam para assumir suas posições durante confrontos com militantes no norte da cidade de Mosul, Iraque (9/06). Foto: AP

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Os avanços de militantes sunitas, liderados pelo grupo extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), diminuiu sua rápida expansão inicial, mas no domingo, rebeldes invadiram a cidade de Duluiyah, a cerca de 80 quilômetros ao norte de Bagdá.

Eles tomaram a prefeitura, delegacia, conselho local e tribunal. Eles também explodiram uma ponte que liga a cidade a predominantemente xiita Balad, que fica nas proximidades.

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Os militares iraquianos lançaram contra-ataque. Mas nesta segunda, militantes ainda estavam dentro de escritórios-chave do governo e confrontos esporádicos ocorreram, um policial e um oficiais do exército disse.

Todos os funcionários falaram sob condição de anonimato porque não estavam autorizados a informar a imprensa.

*Com AP

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