Refugiados: 50 milhões de histórias por trás da foto; conheça algumas delas

Por BBC Brasil |

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No Dia Mundial para os Refugiados, ONU pede a fotógrafos que contem as histórias pessoais por trás dos registros das imagens

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A agência da ONU para os refugiados (Acnur) pediu a fotógrafos que documentam zonas de guerras que contassem as histórias de refugiados fotografados por eles.

ONU: Número de refugiados é o maior desde a Segunda Guerra Mundial

Confira imagens e relatos de fotógrafos sobre os refugiados:

'O nome dela é Rasoul. Aos 75 anos, ela foi forçada a deixar sua casa por causa da violência sectária em Myanmar', explica fotógrafo. Foto: Phil Behan/ Acnur'O tio de Naima foi morto na Etiópia. Os pais fugiram para o Quênia como refugiados políticos e depois, mudaram para a Califórnia', diz fotógrafa. Foto: Evelyn Hockstein/ Acnur'Assafa me disse que queria ser professora, e que queria voltar para sua casa no Mali', diz Helena Caux sobre a menina de 6 anos da foto. Foto: H. Caux/ AcnurO fotojornalista Jason Tanner diz: 'passei quase 2 anos adiando a decisão sobre como tratar e fotografar o tema da violência sexual em conflitos.' . Foto:  J. Tanner/ AcnurAndrew McConnell fotografou a refugiada síria Saada, 102. 'Saada é uma mulher resiliente. Perdeu 7 de 10 filhos, marido e agora, o país'. Foto: A. McConnell/Acnur'Apesar de estar visivelmente marcada pela fome, ela (criança) se mantém graciosa', diz Frédéric Noy. Foto: Frédéric Noy/Acnur'Após quase 1 ano registrando refugiados sírios na Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque, finalmente testemunhei alegria', diz fotógrafo. Foto: Lynsey Addario/Acnur'Eu me agachei na tenda improvisada de Fane, 70 anos, abrigada na República Centro-Africana. Ela falou e chorou', diz Sam Phelps. Foto: Sam Phelps/AcnurA menina disse a um fotógrafo tatuado que o campo de refugiados é tão sujo que ela queria pegar as borboletas de seus braços e guardá-las para não sujá-las. Foto: Sebastian Rich/AcnurO povo Rohingya, que vive no oeste de Myanmar, é considerado pela ONU uma das minorias mais perseguidas de todo o mundo. Na foto, John. Foto: Saiful Haq Omi /Acnur

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O resultado são narrativas de esperança e resistência de milhares de pessoas forçadas a deixar as suas casas. Segundo a ONU, o número de refugiados e de deslocados internamente é o maior desde a Segunda Guerra Mundial: 50 milhões. O número foi inflado pelos conflitos na Síria, Sudão do Sul e República Centro-Africana.

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