Empresa de satélite acredita ter 'chave' para localizar voo malaio desaparecido

Por BBC Brasil | - Atualizada às

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Britânica Inmarsat diz que buscas pelo avião não chegaram no local onde seus especialistas acreditam que o voo possa estar

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A empresa britânica de satélites Inmarsat disse à BBC que a equipe de busca do avião desaparecido da Malaysia Airlines ainda não começou a procurar na área que seus especialistas acreditam ter sido o mais provável destino final do voo MH370.

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As comunicações da Inmarsat com o avião vinham sendo consideradas como as melhores indicações de pistas sobre o paradeiro da aeronave. As buscas pelo avião desaparecido estão paradas no momento, enquanto navios mapeiam o solo do Oceano Índico.

Quando as buscas recomeçarem, seu principal foco será na área determinada pela Inmarsat. Os especialistas da Immersat usaram os horários e frequências de sinais de conexões entre o avião e seus satélites para deduzir que o avião caiu no sul do Oceano Índico.

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Em um primeiro momento, à medida que as pistas iam surgindo, as buscas do navio australiano Ocean Shield se concentraram em uma área à oeste da cidade costeira australiana de Perth.

Mas, como averigou o programa da BBC Horizon, que teve acesso aos dados da Inmarsat, o navio nunca chegou à área determinada inicialmente pela empresa britânica, porque captou sinais de sonar que acreditou estarem vindo da caixa-preta da aeronave submersa.

Veja as buscas pelo voo malaio

Parente de passageiros chineses do voo desaparecido chora em frente de jornalistas em hotel em Sepang, Malásia (19/3). Foto: APParente de passageiros chineses de voo desaparecido da Malásia usa celular para assistir à coletiva sobre o caso em Pequim (17/3). Foto: APOficial das Forças Armadas do Vietnã olha pela janela durante buscas pelo voo desaparecido da Malaysia Airlines (14/3). Foto: APHomem observa telão mostrando diferentes decolagens no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, Malásia (13/3). Foto: ReutersParentes dos passageiros a bordo do voo desaparecido da Malaysia Airlines deixam sala de hotel após reunião com oficiais malaios, em Pequim, China (12/3). Foto: APFotos de passageiros do voo da Malaysia Airlines que desapareceu no sábado são mostradas em coletiva em Chennai, Índia (12/3). Foto: APDiretor geral do departamento de aviação civil da Malásia, Azharuddin Abdul Rahman, explica rota do avião em coletiva de imprensa (10/03). Foto: APMembro da tripulação da Marinha indonésia observa águas na fronteira da Indonésia, Malásia e Tailândia durante buscas por avião (10/3). Foto: APParentes dos chineses a bordo do avião desaparecido da Malaysia Airlines aguardam notícias em sala de um hotel de Pequim, China (10/3). Foto: APMancha de óleo encontrada no fim de semana ao sul do Vietnã provou não ser de avião (9/3). Foto: APEquipes de resgate participam das buscas por vestígios do avião desaparecido com 239 pessoas a bordo (9/3). Foto: APEquipes de resgate participam das buscas por vestígios do avião desaparecido com 239 pessoas a bordo (9/3). Foto: APEquipes de resgate participam das buscas por vestígios do avião desaparecido com 239 pessoas a bordo (9/3). Foto: APEquipes de resgate participam das buscas por vestígios do avião desaparecido com 239 pessoas a bordo (9/3). Foto: APParentes de passageiros do voo da Malaysia Airlines desaparecido aguardam por informação das buscas (9/3). Foto: APParentes de passageiros do voo da Malaysia Airlines desaparecido aguardam por informação das buscas (9/3). Foto: APParentes de passageiros do voo da Malaysia Airlines desaparecido aguardam por informação das buscas (9/3). Foto: APParentes de passageiros do voo da Malaysia Airlines se desesperam à espera de informação das buscas (9/3). Foto: APJornais trazem informações do desaparecimento do avião na Malásia (9/3). Foto: APMovimentação no aeroporto de Pequim no domingo (9/3). Foto: APParente de passageiros do voo da Malaysia Airlines desaparecido aguarda informação das buscas (9/3). Foto: APParentes de passageiros do voo da Malaysia Airlines desaparecido aguardam por informação das buscas (9/3). Foto: APParentes se desesperam com falta de informações sobre voo desaparecido (9/3). Foto: APParentes de passageiros do voo da Malaysia Airlines desaparecido aguardam por informação das buscas (9/3). Foto: APParentes de passageiros do voo da Malaysia Airlines desaparecido aguardam por informação das buscas (9/3). Foto: APParentes de passageiros do voo da Malaysia Airlines desaparecido aguardam por informação das buscas (9/3). Foto: APFamiliares de passageiros se desesperam com o sumiço do voo da Malaysia Airlines (8/3). Foto: ReutersFamiliares de passageiro no aeroporto de Pequim, na China (8/3). Foto: ReutersFicha do avião de passageiros da Malásia que desapareceu com 239 pessoas a bordo (8/3). Foto: DivulgaçãoAvião como o desaparecido na Ásia (8/3). Foto: APO primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, chega ao centro de recepção para a família e amigos dos passageiros a bordo da aeronave (8/3). Foto: APParentes de passageiros buscam informações do voo MH370 da Malaysia Airlines que voava para Pequim (8/3). Foto: APMapa mostra a última posição informada do voo MH370 (8/3). Foto: APO ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, à direita, fala durante coletiva (8/3). Foto: APParentes de passageiros buscam informações do voo MH370 da Malaysia Airlines que voava para Pequim (8/3). Foto: APParentes de passageiros buscam informações do voo MH370 da Malaysia Airlines que voava para Pequim (8/3). Foto: APParentes de passageiros buscam informações do voo MH370 da Malaysia Airlines que voava para Pequim (8/3). Foto: APParentes de passageiros buscam informações do voo MH370 da Malaysia Airlines que voava para Pequim (8/3). Foto: APParentes de passageiros buscam informações do voo MH370 da Malaysia Airlines que voava para Pequim (8/3). Foto: APParentes de passageiros buscam informações do voo MH370 da Malaysia Airlines que voava para Pequim (8/3). Foto: APParentes de passageiros buscam informações do voo MH370 da Malaysia Airlines que voava para Pequim (8/3). Foto: APParentes de passageiros buscam por informações do vôo MH370 da Malaysia Airlines que voava para Pequim. 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Foto: APPlaca de pouso no Aeroporto Internacional de Pequim, na China, aponta atraso na chegada de avião de passageiros de companhia da Malásia (8/3). Foto: AP

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A prioridade passou a ser investigar esses "pings", e dois meses foram gastos vasculhando uma área de 850 quilômetros quadrados. Por fim, essa busca não chegou a lugar algum.

"Não era uma localização irreal, mas era mais ao nordeste do que a área mais provável", disse Chris Ashton da Inmarsat ao Horizon.

Percurso analisado

Os especialistas da empresa usaram seus dados para marcar os pontos no Oceano Índico onde seus sistemas fizeram contato com o avião. Usando esses pontos e criando simulações do voo, a equipe calculou a possível trajetória do avião.

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As autoridades australianas que lideram as buscas já reconheceram a necessidade de se fazer um levantamento em alta resolução da profundidade de uma parte mais ampla da área de buscas - cerca de 60 mil quilômetros quadrados de área.

É provável que isso leve vários meses, mas assim que souberem exatamente o relevo do fundo do oceano e suas profundidades, eles podem, então, escolher melhor os veículos mais adequados para continuar a varredura subaquática.

O MH370 desapareceu no dia 8 de março em rota de Kuala Lumpur para Pequim, com 239 passageiros e tripulantes a bordo.

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