Gaúcha Amanda Griza, de 19 anos, está entre 60 modelos presas. Pais afirmam que o visto da jovem era para trabalho

Nesta quinta-feira (15) completa uma semana que a gaúcha Amanda Griza, 19, foi presa acusada de trabalhar sem o visto de negócios na China. A modelo, que está no país asiático faz quase três meses, foi detida com outras 60 profissionais de várias nacionalidades - francesas, gregas, russas, italianas e norte-americanas - após participar de um falso teste para uma campanha montado pela polícia em Pequim.

Os pais de Amanda, Edson e Elena, afirmaram ter recebido notícias da jovem na noite de quarta por meio de um ex-diplomata. Antes disso, porém, eles ficaram mais de 72 horas sem nenhuma informação sobre a brasileira.

Emocionado ao lado da mulher, Edson contou que a filha ficaria apenas mais alguns dias em Pequim, onde a prisão foi feita, antes de se mudar para Hong Kong. Ele diz ter acreditado na "boa fé" da agência que contratou a brasileira, acreditando que o visto obtido seria o suficiente para o trabalho no país.

Natural de Osório, Rio Grande do Sul, a família mora em Balneário Camboriú, Santa Catarina, há sete anos. Amanda atua como modelo desde os 11 anos de idade. 

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.