Protestos em Roma deixam dezenas de feridos

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Durante protesto contra medidas do governo, grupo de encapuzados começou a brigar com os policiais e, ao menos, 30 manifestantes ficaram feridos, sendo 12 levados ao hospital

Milhares de pessoas protestaram contra o governo neste sábado (12) em Roma. Os manifestantes são contra as medidas de austeridade do primeiro-ministro, Matteo Renzi, e pedem mais empregos e moradias. Durante o percurso, por diversas vezes, alguns manifestantes urinaram em frente aos ministérios que estavam pelo percurso.

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Manifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: ReutersManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: ReutersManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: ReutersManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: ReutersManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: ReutersManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: ReutersManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: ReutersManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: APManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: APManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: APManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: APManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: APManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: APManifestantes entraram em confronto com a polícia durante protestos em Roma contra medidas do governo italiano. Foto: AP

Enquanto passavam em frente ao ministério de Desenvolvimento Econômico, os manifestantes jogaram objetos e fogos de artifício contra os tanques blindados que faziam a proteção do local. Uma das pessoas que estavam no local, segurando um dos fogos de artifício, acabou perdendo alguns dedos quando o explosivo estourou na sua mão.

A partir desse momento, os confrontos entre as forças de segurança e alguns membros que estavam no protesto começaram a aumentar. Um grupo de pessoas encapuzadas começou a brigar com os policiais e, ao menos, 30 manifestantes ficaram feridos, sendo 12 levados ao hospital. Segundo o prefeito de Roma, Ignazio Marino, "o direito de se manifestar, sobretudo com um tema tão importante e dramaticamente atual, não pode se transformar em violência". A polícia controlou a manifestação depois de quase uma hora de conflitos. 

Na França

Milhares de manifestantes juntaram-se nesta sábado em Paris, respondendo ao apelo de partidos de extrema-esquerda, para exigir uma mudança na política do presidente François Hollande, que consideram mais favorável aos patrões que aos trabalhadores.

“Hollande, já chega”, dizia uma faixa colocada na estátua da Praça da República, ponto de partida da Marcha contra a Austeridade, pela Igualdade e a Partilha da Riqueza.

O grego Alexis Tsipras, candidato da esquerda à presidência da Comissão Europeia, desfilou à frente da marcha, ao lado dos líderes da Frente de Esquerda Pierre Laurent (Partido Comunista) e Jean-Luc Mélenchon (Partido de Esquerda).

A manifestação nacional, convocada pela Frente de Esquerda e por um coletivo de movimentos e de associações de extrema-esquerda, ocorre menos de duas semanas depois da remodelação governamental decidida pelo presidente francês, após o revés dos socialistas nas eleições municipais de 23 e 30 de março.

A derrota eleitoral é atribuída pela extrema-esquerda à mudança social-democrata do chefe de Estado, simbolizada pelo Pacto de Responsabilidade, que prevê uma redução dos encargos das empresas visando a estimular o crescimento e o emprego.

No meio de bandeiras vermelhas, viam-se cartazes com as frases: “Quando se é de esquerda, taxa-se os financeiros”, “Quando se é de esquerda, está-se do lado dos trabalhadores”, “Quando se é de esquerda, na Europa as pessoas estão em primeiro lugar”.

* Com informações da Agência Ansa e Agência Brasil

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