Conta dos EUA chega a milhões de dólares e Austrália gasta meio milhão só em um navio; veja galeria de fotos das buscas

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Não é uma questão que a maioria dos governo envolvidos na caça pelo voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido em 8 de março , queira responder: Quanto custa a extensa busca de exato um mês de duração?

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Só a conta dos EUA chega a milhões de dólares, e alguns países como a China vem fornecendo mais navios e aviões ao esforço do que os americanos. A Austrália está gastando mais de meio milhão de dólares por dia em apenas um dos navios que tem no Oceano Índico.

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Mas os governos e especialistas militares dizem ser difícil chegar a uma estimativa completa para a busca em andamento, especialmente porque muitos dos custos são uma parte normal das efetivas capacidades de manutenção de busca e resgate.

"Se eu listasse quantos aviões e navios estão envolvidos, poderia chegar a um grande número, mas ele não teria muito significado porque temos de pagar pelos navios e aviões e os pilotos e marinheiros de qualquer forma, e eles estão por aí fazendo algumas coisas que são um bom treinamento e que refletem bem para nós internacionalmente", disse Mark Thomson, um analista sênior de defesa econômica no Instituto Australiano de Política Estratégica, que é financiado pelo governo.

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Mais de 20 países desempenharam algum papel na longa busca, que é supervisionada pela Malásia. Nos dias desde que a busca foi transferida para áreas remotas do Oceano Índico, várias nações forneceram aviões e navios, incluindo a China, a Austrália, a Malásia, os EUA, o Reino Unido, a Nova Zelândia, o Japão e a Coreia do Sul. Na segunda-feira (7), três aeronaves civis e 14 embarcações vasculharam uma área de 234 mil km² , de acordo com oficiais australianos que coordenam os esforços.

Parentes de passageiros chineses que estavam no voo da Malásia fazem vigília com velas em Pequim, China, para marcar um mês do desaparecimento (8/4)
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Parentes de passageiros chineses que estavam no voo da Malásia fazem vigília com velas em Pequim, China, para marcar um mês do desaparecimento (8/4)

A Malásia repetidamente rejeitou responder a questões sobre o custo das operações. "Ninguém, nem o governo malaio nem nossos parceiros, discutiram sobre dólares e centavos. Tudo se resume a tentar encontrar o avião", disse o ministro da Defesa Hishammuddin Hussein em uma coletiva no mês passado.

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O Departamento de Defesa dos EUA alocou US$ 4 milhões para ajudar nas buscas do jato desaparecido. Entre 8 e 24 de março, gastou US$ 3,2 milhões, disse o porta-voz Steve Warren. Até o fim da semana passada, gastou mais US$ 148 mil. O Pentágono alocou outros US$ 3,6 milhões para cobrir os custos de um localizador rebocado de "pinger", usado para detectar sinais emitidos embaixo d'água por caixas-pretas, e de um veículo autônomo subaquático, que pode procurar destroços bem abaixo da superfície do oceano.

O Departamento de Defesa da Austrália disse que seu custo direto de usar seu navio HMAS Success nas buscas é de cerca de US$ 380 mil por dia. Mas explicou que não há apenas custos diretos como combustível, prestação de serviços e salários da tripulação, mas gastos indiretos como administração geral, construção e depreciação de bens da aeronave, então é difícil informar um total exato.

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Vários navios e aviões chineses estão envolvidos nos esforços, mas o Ministério de Relações Exteriores da China não respondeu às questões sobre os gastos.

Geoff Davies, um porta-voz da Força de Defesa da Nova Zelândia, disse que grande parte dos custos de seu país serão cobertos pelo orçamento atual para operações de busca e de resgate, embora provavelmente haja alguns custos extras por causa da natureza extraordinária do esforço.

O Ministério de Defesa do Japão disse que não pode fornecer um dado porque as buscas ainda estão em andamento. Acredita-se que os gastos das operações fiquem nos US$ 8,8 milhões orçados para auxílio de emergência pela Agência de Cooperação Internacional do Japão. Custos extras incluem combustível e um abono para os quase 90 soldados envolvidos. Alguns dos civis japoneses também participam, e o governo disse que sua acomodação e transporte custou cerca de US$ 280 mil até o fim de março.

A acomodação para os soldados japoneses é gratuita, já que usam instalações do Exército australiano sob um acordo de cooperação de defesa.

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