Americana pega perpétua por matar grávida e roubar seu bebê

Por iG São Paulo |

compartilhe

Tamanho do texto

Julie Corey foi condenada pelo assassinato de amiga grávida de oito meses em julho de 2009, três meses depois de ter abortado

Uma mulher condenada por matar uma amiga grávida e por retirar o bebê de seu útero foi sentenciada nesta terça-feira à perpétua enquanto o pai da vítima estava sentado segurando uma urna com as cinzas de sua filha. Ao sentenciá-la, o juiz não concedeu a Julie Corey, 39, o direito à condicional.

AP
Julie Corey é vista em Worcester, Massachusetts. Ela pegou perpétua por matar grávida para roubar seu bebê

Ela foi condenada na semana passada na Corte Superior de Worcester de assassinato em primeiro grau de Darlene Haynes em julho de 2009, três meses depois de seu próprio aborto, e por ter apresentado o bebê de Haynes como seu.

Haynes, que estava grávida de oito meses, foi encontrada morta em seu apartamento. A mulher de 23 anos havia sido espancada e estrangulada com um cabo elétrico, disseram promotores. Seu abdome havia sido aberto, com o bebê tendo desaparecido.

Corey e seu então namorado foram encontrados com o bebê dois dias depois em um abrigo para sem-teto em New Hampshire. Corey alegou que ela fez o parto da menina, que sobreviveu. A criança agora tem quatro anos e vive com seu pai biológico.

O pai de Haynes, Fred Haynes, agarrou-se a uma urna com as cinzas de sua filha na corte. Ele enxugou suas lágrimas, muito fraco para ficar de pé e muito perturbado para falar.

*Com AP

Leia tudo sobre: euagrávidaassassinato

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas