Mulher afirma ter matado mais de 20 pessoas

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Miranda Barbour, americana de 19 anos, disse ter matado sua primeira vítima aos 13 anos, após entrar para uma seita satânica

AP
Miranda Barbour prestou depoimento sobre a morte de sua última vítima em dezembro de 2013. Em entrevista, mulher afirmou ter matado mais de 20 pessoas

Mulher de 19 anos, detida na Pensilvânia, nos Estados Unidos, confessou ter assassinado mais de vinte pessoas. Sua última vítima teria sido Troy LaFerrara, um homem de 42 anos, esfaqueado até a morte em novembro do ano passado.

Miranda Barbour afirma ter conhecido LaFerrara por meio do site "Craiglist", onde ela anunciava sexo em troca de dinheiro. Promotores buscam aplicação da pena de morte para Miranda e seu marido, Elytte Barbour, de 22 anos. Ele também teria participado do crime, enrolando uma corda no pescoço de LaFerrara, enquanto Miranda o esfaqueava no banco da frente do carro.

Mais de 20
Em uma entrevista ao jornal The Daily Item de Sunbury, ela se declarou culpada pela morte de LaFerrara e pelo assassinato de, pelo menos, outras 22 pessoas no Alasca, Texas, Carolina do Norte e Califórnia, nos últimos seis anos. 

Miranda ofereceu poucos detalhes sobre os crimes. Ela alega que se juntou a um culto satânico, no Alasca, quando tinha 13 anos, antes de se mudar para a Carolina do Norte.

"Sinto que é hora de começar a pôr tudo isso para fora. Eu não me importo se as pessoas não acreditam em mim. Eu só quero tirar isso de mim", disse Miranda ao jornal.

Elytte Barbour disse aos investigadores que cometeu o crime, pois queria matar alguém junto com sua esposa. Os dois se casaram na Carolina do Norte e se mudaram para a Pensilvânia cerca de três semanas antes da morte de LaFerrara.

O chefe da polícia de Sunbury, Steve Mazzeo, disse ao jornal que entrou em contato com o FBI e autoridades responsáveis pela aplicação da lei em vários outros estados americanos.

Miranda Barbour afirma na entrevista não querer sair da cadeia, pois acredita que mataria novamente caso fosse libertada. Ela disse também não sentir remorso e que só matou "pessoas más".

(Com informações da AP)

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