Turcos entram em confronto com a polícia em protesto por liberdade na internet

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Manifestantes protestam contra lei que pode permitir ao governo fechar sites sem autorização judicial na Turquia

Uma manifestação que levou centenas de pessoas a região da praça Taksim, no centro de Istambul, na Turquia, desta vez contra a aprovação de uma lei que permite ao governo fechar sites sem autorização judicial, terminou em confronto com a tropa de choque da polícia turca neste sábado (08).

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Policiais turcos tentam se proteger em protesto em Istambul. Foto: APManifestante segura rojão durante protesto. Foto: APTropa de choque da polícia turca agiu durante protesto em Istambul. Foto: APManifestante mascarado durante protestos deste sábado (08). Foto: APTropa de choque da polícia turca agiu durante protesto em Istambul. Foto: APPolícia turca usa jatos d'água contra manifestantes que lutam contra a censura na internet. Foto: APPolícia turca usa jatos d'água contra manifestantes que lutam contra a censura na internet. Foto: APTropa de choque da polícia turca agiu durante protesto em Istambul. Foto: APManifestantes são contra lei que aumento o controle no governo na internet. Foto: APPolícia turca usa jatos d'água contra manifestantes que lutam contra a censura na internet. Foto: APManifestantes são contra lei que aumento o controle no governo na internet. Foto: APPolícia turca usa jatos d'água contra manifestantes que lutam contra a censura na internet. Foto: APTropa de choque da polícia turca agiu durante protesto em Istambul. Foto: APPolícia turca usa jatos d'água contra manifestantes que lutam contra a censura na internet. Foto: APManifestante com rojão durante protesto na Turquia. Foto: APTropa de choque da polícia turca agiu durante protesto em Istambul. Foto: APManifestantes são contra lei que aumento o controle no governo na internet. Foto: APTropa de choque da polícia turca agiu durante protesto em Istambul. Foto: APPolícia turca usa jatos d'água contra manifestantes que lutam contra a censura na internet. Foto: APTropa de choque da polícia turca agiu durante protesto em Istambul. Foto: APManifestantes são contra lei que aumento o controle no governo na internet. Foto: APCaminhão da polícia que dispara os jatos d'água contra os manifestantes. Foto: APManifestantes são contra lei que aumento o controle no governo na internet. Foto: APPolícia turca usa jatos d'água contra manifestantes que lutam contra a censura na internet. Foto: APManifestantes são contra lei que aumento o controle no governo na internet. Foto: APTropa de choque da polícia turca agiu durante protesto em Istambul. Foto: APManifestantes são contra lei que aumento o controle no governo na internet. Foto: APPolícia turca usa jatos d'água contra manifestantes que lutam contra a censura na internet. Foto: AP

Na Turquia, o acesso à internet já é restrito por parte das autoridades, que, nos últimos anos, têm impedido milhares de sites de funcionar. Desde que manifestantes fizeram grande uso de redes sociais como Facebook e Twitter durante os protestos Gezi, o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan chegou a criticar publicamente a utilização da internet. Há relatos de que vários jornalistas
perderam seus empregos por expressar as suas opiniões ou postar informações sobre os protestos no Twitter.

No protestos deste sábado (07), a tropa de choque da polícia turca disparou canhões de água e bombas de gás lacrimogêneo contra centenas de manifestantes que tentavam marchar até a praça principal da cidade. Os manifestantes responderam com rojões e pedras contra os policiais, que isolaram a praça.

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Os manifestantes tentam impedir a aprovação da nova legislação que pode dar às autoridades o poder de bloquear sites por violação de privacidade, sem uma decisão judicial. Provedores de internet também seriam obrigados a manter os dados dos usuários e disponibilizá-los às autoridades.

O primeiro-ministro Erdogan negou as acusações de censura no sábado, insistindo que a legislação tornaria a internet "mais seguro e livre."

* Com informações da AP e El País

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