Votação terminou, mas nenhum resultado será anunciado neste domingo. Ontem, sete ficaram feridos em protesto

Reuters

A população da Tailândia foi às urnas sob forte esquema de segurança neste domingo (2), em uma eleição que poderá intensificar a turbulência política em um país dividido e deixar o vencedor paralisado durante meses em meio a protestos de rua e complexos desafios legais.

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Apesar de alguns incidentes, a votação foi relativamente pacífica, um dia depois de sete pessoas ficarem feridas por tiros e explosões durante um confronto entre partidários e opositores da primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, em um reduto do seu partido Puea Thai no norte de Bangcoc.

População da Tailândia foi às urnas sob forte esquema de segurança
AP
População da Tailândia foi às urnas sob forte esquema de segurança

A votação terminou às 15 horas locais, mas nenhum resultado será anunciado neste domingo. Uma nova votação já está marcada para 23 de fevereiro, devido a problemas na votação com antecedência no último domingo. Além disso, a votação em algumas áreas do sul ainda deve levar algumas semanas.

A votação em 13 das 33 seções eleitorais de Bangcoc foi interrompida. Trinta e sete das 56 seções eleitorais no sul, onde a oposição ao governo também é forte, sofreram interrupções. O processo eleitoral no restante do país não foi afetado.

"A situação geral é calma e não recebemos nenhum relato de violência esta manhã", disse o chefe do Conselho de Segurança Nacional Paradorn Pattanatabutr à Reuters. "Os manifestantes estão se reunindo pacificamente para mostrar a sua oposição a esta eleição."

Um funcionário da justiça eleitoral foi morto com três soldados em um ataque a bomba na província de Pattani, mas a polícia afirmou que o incidente está relacionado à insurgência no sul e não às eleições.

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