Estudante morava com o pai e três irmãos. Ela estaria no bairro Haret Hareik, quando um carro-bomba explodiu

Agência Estado

Explosão aconteceu em um bairro onde estão localizados mutios hotéis e restaurantes
AP Photo/Hussein Malla
Explosão aconteceu em um bairro onde estão localizados mutios hotéis e restaurantes

O governo brasileiro não tinha recebido até o começo da noite desta quinta-feira (2) pedido de ajuda da família de uma adolescente do Paraná de 17 anos que morreu, segundo parentes, num atentado que matou outras quatro pessoas em um bairro de Beirute, no Líbano. "O Itamaraty não recebeu do consulado brasileiro em Beirute qualquer informação", informou a assessoria da Pasta.

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Autoridades libanesas ou representantes da comunidade brasileira no País também não tinham ainda acionado os diplomatas do consulado. Ainda por meio de sua assessoria, o Itamaraty sugeriu que a família da estudante Malak Zahwe, que teria sido morta no atentado, procure a Divisão de Assistência Consular, em Brasília, ou o consulado na capital do Líbano.

Malak nasceu e passou a infância em Foz do Iguaçu. No Líbano, ela morava com o pai e três irmãos. A estudante estava no bairro Haret Hareik, em Beirute, quando um carro bomba explodiu, ferindo cerca de 20 pessoas.

No atentado de hoje, em Beirute, quatro pessoas morreram e 77 ficaram feridas por causa da explosão de um carro-bomba. Há seis dias, em ação similar, também na capital libanesa, sete pessoas foram mortas.

A explosão desta quinta-feira aconteceu em um bairro onde estão localizados mutios hotéis e restaurantes. No atentado, foi utilizado um carro com 20 quilos de explosivos. As autoridades libanesas ainda não sabem quem são os autores do ato terrorista.

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*Com informações da Agência Estado e Agência Brasil

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