Em nota, presidente do STF lamentou a morte do ex-presidente da África do Sul

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, lamentou, por meio de nota, a morte do ex-presidente da África do Sul , Nelson Mandela, nesta quinta-feira (5). "A morte de Nelson Mandela torna o mundo mais pobre de referências de coragem, dignidade e obstinação na defesa das causas justas", escreveu. "Sua vida altiva traduziu o sentido maior da existência humana. Seu nome permanecerá como sinônimo de esperança para todas as vítimas de injustiça em qualquer parte do mundo".

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Morre aos 95 anos Nelson Mandela, ícone antiapartheid da África do Sul

Em nome do STF, Barbosa enviou suas condolências à família de Mandela e a todo o povo sul-africanos. 

O ex-presidente morreu hoje, aos 95 anos, em sua casa, em Johanesburgo. O admirado líder sul-africano que se tornou símbolo da resistência negra e da luta contra o apartheid (regime de segregação racial) havia sido internado no dia 8 de junho em um hospital de Pretória para tratar uma recorrente infecção no pulmão, mas continuou o tratamento em casa a partir de setembro.

“Madiba”, apelido pelo qual é conhecido na África do Sul, era particularmente vulnerável a problemas respiratórios desde que contraiu tuberculose durante os 27 anos em que ficou preso sob o apartheid. Em 2001, ele se recuperou de um câncer de próstata.

Leia a íntegra da nota de Barbosa:

"Em nome do Supremo Tribunal Federal, envio minhas profundas condolências à senhora Graça Machel e aos familiares de Nelson Mandela, assim como ao povo e ao governo sul-africanos.

A morte de Nelson Mandela torna o mundo mais pobre de referências de coragem, dignidade e obstinação na defesa das causas justas. Sua vida altiva traduziu o sentido maior da existência humana. Seu nome permanecerá como sinônimo de esperança para todas as vítimas de injustiça em qualquer parte do mundo".

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