Autoridades afirmam que 26 mil ficaram feridos. Ventos de 315 km atingiram o centro do país no início deste mês

Agência Brasil

As autoridades filipinas elevaram nesta quarta-feira para 5.500 o número oficial de mortos após passagem do tufão Haiyan, em 8 de novembro, no centro do país, onde continuam os trabalhos de reconstrução.

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Filipinas tentam evitar fraudes e desvio de ajuda a vítimas de tufão

'Ajude, precisamos de comida', diz cartaz da sobrevivente Yolanda, na província Palo, nesta quarta
AP
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Na última informação divulgada, o Conselho Nacional de Gestão e Redução de Risco de Desastres havia elevado também o número de feridos para 26.136 e o de desaparecidos para 1.757 pessoas.

O conselho estimou que 9,9 milhões de pessoas foram afetadas pela tempestade, que atingiu 574 municípios e deixou 225.922 pessoas alojadas em 1.069 centros de acolhimento temporários. A tempestade destruiu 574 mil casas e deixou 575.000 parcialmente danificadas. O prejuízo total é estimado pelo governo em 412 milhões de euros.

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Durante as operações de socorro aos afetados e às zonas danificadas, foram enviadas para os pontos mais críticos 34.500 pessoas, 1.336 veículos, 11 embarcações e 162 aviões de agências nacionais, locais e estrangeiras.

Com ventos até 315 km por hora , o Haiyan foi o tufão mais forte registrado no país e o segundo desastre que mais mortes causou na história recente.

Veja imagens das Filipinas após passagem do Haiyan:



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