Obama tenta desestimular sanções dos Estados Unidos contra o Irã

Por Agência Estado |

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Autoridades americanas tentarão reduzir hoje o ímpeto de congressistas enquanto a diplomacia for discutida

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Autoridades da administração de Barack Obama tentarão reduzir hoje o ímpeto de alguns congressistas por mais sanções dos EUA contra o Irã, enquanto a diplomacia ainda estiver sendo discutida.

AP
O Secretário de Estado, John Kerry, conversou pessoalmente com influentes senadores em viagens nos últimos dias

Os membros da administração de Obama têm conversado com diversos congressistas nos últimos dias para desmotivar as sanções. O Secretário de Estado, John Kerry, conversou pessoalmente com influentes senadores em viagens nos últimos dias, e deve se encontrar com importantes democratas do Senado hoje.

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Kerry também agendou para hoje uma reunião a portas fechadas com membros do Comitê Bancário do Senado, que provavelmente seria o primeiro a votar sobre as sanções. A missão do Secretário de Estado será explicar por que as negociações de Genebra falharam e convencer os congressistas a concederem mais tempo para as negociações.

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A Casa Branca está utilizando o mesmo argumento que usou contra críticos por uma negociação sobre as armas químicas na Síria - de que uma alternativa à saída diplomática seria o uso das forças militares, o que muitos norte-americanos se opõem.

Muitos congressistas disseram querer ouvir as explicações de Kerry antes de decidir se uma nova rodada de sanções seria apropriada. Ainda assim, críticos de Obama dizem que as sanções são o melhor modo de evitar uma guerra e prevenir futuras armas nucleares do Irã.

A falta de um acordo na reunião de Genebra na última semana, quando o Irã rejeitou uma proposta feita pelos EUA e por outras nações, reacendeu o interesse por parte de alguns congressistas por uma nova rodada de sanções. No entanto, a Casa Branca foi aconselhada a não seguir esse passo, devido à natureza delicada do assunto. As negociações devem ser retomadas em 21 e 22 de novembro. 

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