Atrações turísticas dos EUA reabrem apesar da paralisação do governo

Por iG São Paulo |

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Estátua da Liberdade, em NY, e o Grand Canyon, no Arizona, voltarão a funcionar com financiamento estadual

Os Estados de Arizona e Nova York, nos EUA, chegaram a acordos com o Departamento do Interior para reabrir o Grand Canyon e a Estátua da Liberdade usando seus orçamentos estaduais, enquanto o governo federal continua paralisado.

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Estátua da Liberdade reabrirá para os turistas em Nova York

As atrações turísticas fecharam depois que o Congresso não conseguiu chegar a um acordo sobre a aprovação do orçamento temporário, forçando agências e serviços do governo a paralisarem suas atividades desde o dia 1º de outubro.

O governador do Estado de Nova York, Andrew Cuomo, descreveu a Estátua da Liberdade como um "símbolo internacional de liberdade" e prometeu que não permitirá que a "disfunção" de Washington deixe o local fechado. Segundo a rede britânica BBC, Nova York terá que pagar cerca de US$ 60 mil por dia para manter a Estátua da Liberdade funcionando.

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O governador do Arizona, onde fica o Grand Canyon, disse que estava grato com o governo de Obama por permitir reverter sua política, permitindo que o Arizona reabrisse a atração. O Estado pagará cerca de US$ 100 mil por dia para manter o Grand Canyon aberto, inicialmente pelos próximos sete dias.

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De acordo com a BBC, o Estado de Dakota do Sul também está trabalhando um acordo com doadores privados para reabrir o Mount Rushmore na segunda-feira. Utah e Colorado também fazem acordos para manter seus parques funcionando. A secretária do Interior Sally Jewell afirmou em comunicado que os Estados encontraram uma "solução prática e temporária" que reduziria "o prejuízo dos empresários e das comunidades".

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As autoridades dos Estados Unidos não avançaram se os financiamentos agora assumidos pelos estados serão depois pagos pelo governo federal.

Mais de 400 parques naturais estão fechados nos Estados Unidos desde 1° de outubro devido à paralisação parcial do governo federal por falta de acordo no Congresso sobre o Orçamento para 2014.

Esta situação causa perdas diárias de US$ 152 milhões e ameaça os empregos de 450 mil trabalhadores, segundo a Associação Americana de Turismo.

Com BBC, AP e Agência Brasil

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