Missionário foi condenado a 15 anos pelo crime de subversão contra o Estado; mãe diz que filho é diabético

Reuters

A mãe do missionário norte-americano Kenneth Bae, condenado a 15 anos de prisão na Coreia do Norte pelo crime de subversão contra o Estado, visitou o filho e disse nesta sexta-feira (11), em Pyongyang, que sua saúde melhorou.

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Reprodução de vídeo divulgada por agência de notícia de Seul mostra retrato do cidadão americano Kenneth Bae
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Reprodução de vídeo divulgada por agência de notícia de Seul mostra retrato do cidadão americano Kenneth Bae

Myunghee Bae afirmou à agência de notícias japonesa Kyodo que esteve com seu filho em um hospital, e que ele ainda está longe de estar saudável. "Sua condição parece aceitável, não boa, mas parece bem melhor", afirmou a mulher, que ainda pretende passar mais alguns dias na capital norte-coreana.

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Kenneth Bae, de 45 anos, nasceu na Coreia do Sul mas se naturalizou norte-americano. Ele cumpria pena de trabalhos forçados depois de ser condenado em maio por crimes contra o Estado.

Bae admitiu ser missionário e realizar atividades religiosas na Coreia do Norte, um dos países mais fechados do mundo, cujo regime comunista é refratário à presença de ocidentais e à divulgação de causas religiosas.

Myunghee Bae disse que seu filho é diabético e perdeu muito peso desde que foi preso. Ela se disse grata às autoridades norte-coreanas por permitirem a visita.

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