Nicolás Maduro acusou representantes da embaixada de conspirar contra seu governo; 'Gringos, go home', disse

Reuters

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro , expulsou na segunda-feira (30) três diplomatas da embaixada dos EUAs em Caracas, sob a acusação de conspirar contra seu governo socialista.

Nova York: Maduro diz que cancelou viagem à ONU por temer atentado

Economia: Acordos entre China e Venezuela sugerem controle de Pequim

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, conversa com soldados dentro de base militar em Coro (30/9)
AP
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, conversa com soldados dentro de base militar em Coro (30/9)

0800: Maduro cria órgão para lutar contra 'sabotagem econômica'

Maduro: Governo vê 'golpe elétrico' da oposição em apagão na Venezuela

"Eu disse ao chanceler Elías Jaua que proceda imediatamente para expulsá-los do país, têm 48 horas para sair", disse Maduro em uma cerimônia militar televisionada. "Fora da Venezuela. Gringos go home (vão para casa)", acrescentou.

Venezuela e EUA têm uma história recente de divergências diplomáticas, dominada por críticas ferozes do governo de Caracas, que vê em Washington um inimigo de sua revolução socialista.

Timothy Tracy: Venezuela deporta cineasta dos EUA acusado de espionagem

Em abril: Nicolás Maduro toma posse como presidente da Venezuela

"Detectamos e seguimos por vários meses um grupo de funcionários da embaixada dos EUA na Venezuela. Se dedicam a reunir-se com a extrema-direita, para financiar e incentivar ações para sabotar o sistema elétrico e a economia venezuelana", afirmou Maduro.

Desde que assumiu como presidente , em meados de abril, Maduro tem acusado a oposição de tentativas de atentado, de acumular bens para gerar escassez e de sabotar o sistema elétrico , entre outras coisas.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.