Após três dias de cerco, as autoridades do Quênia dizem ter recuperado o controle do shopping e que não há mais reféns. Mas, pelo menos, 62 pessoas morreram na ação

Reuters

Autoridades norte-americanas disseram nesta segunda-feira (23) que estão examinando com urgência informações fornecidas pelo governo queniano sobre a participação de residentes em países ocidentais, inclusive os Estados Unidos, no ataque do fim de semana a um shopping center de Nairóbi.

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Após três dias de cerco, as autoridades do Quênia dizem ter recuperado o controle do shopping e que não há mais reféns. Pelo menos 62 pessoas morreram na ação.

Uma fonte de segurança nacional em Washington afirmou que os EUA foram informados por canais oficiais sobre a possibilidade de que estrangeiros, inclusive cidadãos ou residentes dos EUA, tenham participado do ataque.

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O chefe do Estado-Maior queniano, Julius Karangi, disse nesta segunda-feira à Reuters que os agressores formavam "claramente uma coleção multinacional do mundo todo" e que o Quênia estava "combatendo o terrorismo global".

Mas uma fonte europeia de segurança disse que as autoridades ocidentais ainda têm motivos para duvidar desse envolvimento estrangeiro.

Veja imagens do ataque so Al-Shabab no shopping do Quênia:


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