Suposto atirador, Aaron Alexis era um reservista militar de 34 anos com histórico de violência e problemas mentais

Reuters

A Casa Branca afirmou nesta terça-feira (17) que irá rever os requisitos para fornecedores do governo federal depois do massacre de segunda-feira no estaleiro da Marinha em Washington, cometido, segundo autoridades, por um prestador de serviços que tinha autorização para trabalhar lá.

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, será informado nesta terça-feira (17) por assessores sobre detalhes do episódio, que deixou 13 mortos, inclusive o suposto atirador, Aaron Alexis, um reservista militar de 34 anos com histórico de violência e problemas mentais.

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Ele havia recebido autorização de segurança para trabalhar na instalação naval apesar de dois atritos com a lei por causa de armas de fogo e de ter sido dispensado em 2011 da Reserva da Marinha por "questões de má conduta".

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, disse que o Departamento de Gestão e Orçamento (OMB, em inglês) está examinando as questões relativas às autorizações de segurança para prestadores de serviço e funcionários federais. "Por orientação do presidente, o OMB está examinando os padrões para prestadores de serviços e empregados de todas as agências federais."

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