Aeroporto do Quênia retoma voos internacionais após incêndio

Por iG São Paulo |

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Lentamente, alguns voos começam a aterrissar e decolar do aeroporto; quadro completo ainda não foi retomado

Alguns voos internacionais começaram a decolar e aterrissar do aeroporto de Nairóbi nesta quinta-feira (8) após um incêndio de grandes proporções ter destruído o saguão de desembarque. Autoridades informaram, no entanto, que o quadro completo de voos internacionais ainda não foi retomado.

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Reuters
Passageiros aguardam retorno das operações no Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta em Nairóbi (7/8)

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A autoridade aeroportuária do Quênia disse que está trabalhando para garantir o retorno de um serviço normal depois que um incêndio danificou o principal aeroporto internacional de Nairobi. O incêndio tomou grandes proporções, em parte, pela lenta e inadequada resposta dos bombeiros.

Ali Ayoob, engenheiro aeroportuário, disse que os empregados precisarão trabalhar 24 horas por dia para que os serviços voltem ao normal. "Pelo que podemos ver o estrago é extenso. Chegou até a área de imigração. O sistema elétrico está todo parado, assim como os sistemas mecânicos. Todos os quadros estão desligados, então é grande", disse Ayoob.

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O Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta é o maior do leste da África, e o incêndio interropeu viagens aéreas através do continente, conforme o aeroporto cancelou todos os voos internacionais nesta quarta. Muitos voos que tinham o aeroporto como destino foram desviados para a Tanzânia e para a cidade costeira de Mombasa.

O Ministério do Interior disse que os voos locais estão sendo operados a partir de um terminal de cargas do aeroporto. "Pedimos aos passageiros que mantenham a paciência enquanto trabalhamos para que tudo volte ao normal", disse.

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É possível que Nairóbi não tivesse carros de bombeiros disponíveis para atender a chamada do incêndio no aeroporto. O maior jornal do país, The Daily Nation, publicou no mês passado que o município de Nairóbi não possuía nenhum carro de bombeiro funcionando e que três deles foram leiloados em 2009, porque o município não havia pagado US$ 1 mil por um conserto.

Com AP

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