Casa Branca está disposta a aceitar oferta de conversar com Coreia do Norte

Por Reuters |

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A Coreia do Norte propôs no domingo um alto nível de negociações com os Estados Unidos para aliviar tensões na península coreana

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Maquete de míssil Scud-B da Coreia do Norte e outros mísseis sul-coreanos são expostos no Museu da Guerra da Coreia em Seul

A Casa Branca disse neste domingo que os Estados Unidos está aberto a conversas com a Coreia do Norte, mas disse também que Pyongyang deve concordar com as resoluções do Conselho de Segurança da ONU e com a desnuclearização.

"Nós sempre formos a favor do diálogo e, de fato, estamos com as linhas abertas para comunicação com a Coreia do Norte", disse Caitlin Hayden, porta-voz do Conselho Nacional de Segurança.

A Coreia do Norte propôs no domingo um alto nível de negociações com os Estados Unidos para aliviar tensões na península coreana, uma semana após ter desfeito as primeiras conversações oficiais com a Coreia do Sul, em mais de dois anos.

Leia mais: Informações sobre Coreia do Norte continuam fora do alcance dos EUA

As tensões na penísula coreana diminuíram no mês passado, depois de ânimos exaltados várias semanas após a Organização das Nações Unidas (ONU) ter endurecido as sanções contra a Coreia do Norte por causa do terceiro teste nuclear em fevereiro.

Março: Coreia do Norte faz comentário sexista sobre presidente recém-eleita do Sul

Em outro sinal de mais alívio das tensões, a Coreia do Norte reabriu acesso à Cruz Vermelha com a Coreia do Sul na sexta-feira.

As conversações de domingo vão definir o humor para uma reunião de nível ministerial agendada para a próxima semana. As duas Coreias não se reuniam desde fevereiro de 2011.

Punição: ONU aprova novas sanções contra Coreia do Norte após terceiro teste nuclear

Representantes do Norte concordaram neste sábado com a proposta do Sul para se encontrarem na aldeia Panmunjom, dois dias depois da proposta para normalizar projetos comerciais, incluindo uma zona industrial conjunta.

No início de abril, a Coréia do Norte retirou seus 53 mil trabalhadores da zona industrial e as operações foram suspensas. A Coréia do Sul retirou todos os seus trabalhadores no início de maio.

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