Família de Timothy Tracy diz que cineasta fazia um documentário no país latino-americano; Barack Obama chegou a dizer que acusações eram 'ridículas'

Reuters

A Venezuela deportou um cineasta dos EUA que havia sido preso em abril sob acusações de que estaria trabalhando como espião para Washington e assessorando grupos de estudantes de oposição sobre como desestabilizar o país.

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Foto divulgada pela família de Timothy Tracy mostra cineasta dentro de veículo na Venezuela
AP
Foto divulgada pela família de Timothy Tracy mostra cineasta dentro de veículo na Venezuela


O ministro da Justiça e do Interior da Venezuela, Miguel Rodríguez Torres, disse no Twitter nesta quarta-feira (5) que Tim Tracy, "que foi capturado enquanto espionava em nosso país, foi expulso". O advogado de Tracy disse que o cineasta de 35 anos foi colocado em um voo para Miami.

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A família de Tracy disse que ele estava fazendo um documentário na Venezuela antes da eleição de 14 de abril no país, e o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que as acusações contra ele são "ridículas".

O governo da Venezuela diz que agentes de inteligência haviam rastreado Tracy desde o final de 2012 e tinham descoberto ampla evidência de que ele estava conspirando com grupos contrários ao governo para causar violência.

O advogado de Tracy, Daniel Rosales, disse que o cineasta foi bem tratado durante o tempo que passou atrás das grades. "Tudo acabou bem no final", disse.

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