Agressão sexual é um "flagelo" entre militares dos EUA, diz secretário

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Agressão sexual é um "flagelo" entre militares dos EUA, diz secretário

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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, classificou no sábado a agressão sexual como um "flagelo", ao falar a graduados da Academia Militar de West Point, onde um sargento é acusado de filmar cadetes femininos nos chuveiros.

AP
Secretário de Defesa dos EUA Chuck Hagel fala durante coletiva no Pentágono (arquivo)


"O assédio sexual e agressão sexual nas forças armadas são uma traição profunda de juramentos sagrados e confiança sagrada", disse Hagel. "Este flagelo precisa ser erradicado."

Seus comentários foram feitos um dia depois que o presidente Barack Obama pronunciou uma mensagem semelhante aos graduados da Academia Naval dos EUA, dizendo que a agressão sexual ameaça minar a confiança e a disciplina nas Forças Armadas dos Estados Unidos.

Leia também: Obama assina lei que permite gays nas forças armadas

O Pentágono vem enfrentando uma série de escândalos sexuais nas últimas semanas, incluindo os casos em que os defensores militares para as vítimas de violência sexual eram eles próprios acusados de crimes sexuais. Um estudo divulgado pelo Departamento de Defesa, há duas semanas, estima que os relatos de contato sexual indesejado nas forças armadas, desde tocar até o estupro, cresceram 37% em 2012, para cerca de 26 mil casos, ante 19 mil no ano anterior.

Em West Point, no Estado de Nova York, o sargento de primeira classe Michael McClendon foi acusado na semana passada por atos indecentes, prevaricação e crueldade, disse o Exército.

McClendon serviu como um oficial tático não-comissionado na academia desde 2009, um trabalho que o colocou como encarregado de orientar e treinar uma companhia de cerca de 121 cadetes.

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