Polícia identifica suspeito por tiroteio no Dia das Mães em Nova Orleans

Por iG São Paulo |

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Akein Scott, 19 anos, continua solto, mas foi identificado por várias testemunhas através de imagens captadas por câmeras de segurança

AP
Polícia mostra a foto de Akien Scott suspeito procurado pelo tiroteio em Nova Orleans no Dia das Mães

A polícia de Nova Orleans identificou na segunda-feira (13) um suspeito de ter envolvimento com o tiroteio no desfile de Dia das Mães que deixou 19 feridos, incluindo duas crianças. Segundo a polícia, Akein Scott, 19 anos, continua solto, mas foi identificado por várias testemunhas em imagens captadas por câmeras de segurança.

Leia mais: Tiroteio em desfile do Dia das Mães deixa feridos nos EUA

"Gostaríamos de lembrar a comunidade e Akein Scott que chegou a hora de ele se entregar", disse em coletiva o superintendente da polícia de Nova Orleans, Ronal Serpas.

Serpas disse que Scott foi preso pela última vez em março e tem um histórico criminal que inclui acusações por posse de entorpecentes e arma de fogo, além de resistência à prisão. A polícia investigou três endereços ligados a Scott, mas não conseguiu encontrá-lo.

Na segunda-feira, a polícia divulgou fotos que mostravam um suspeito no tiroteio, o que ajudou na identificação. "As pessoas escolheram estar ao lado das jovens crianças inocentes que foram baleadas, e não do lado de um covarde que atirou contra uma multidão", disse Serpas.

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Dez homens, sete mulheres e uma menina e um menino, ambos de 10 anos, foram baleados quando ocorreu o tiroteio no desfile de domingo. As crianças foram pegas de raspão, mas apresentam bom estado, informou a polícia. Serpas disse que não descartou a hipótese de um tiroteio entre gangues ou a possibilidade de haver mais de um atirador.

Moradores irritados disseram que a violência armada anda de mãos dadas com outros problemas profundamente enraizados na cidade, como a pobreza e a deterioração urbama. "Os idosos têm medo de andar nas ruas. As crianças não podem nem brincar do lado de fora", disse Ronald Lewis, 61 anos. Do outro lado da rua, uma casa tinha suas paredes marcadas por balas disparadas havia duas semanas. "Os mais jovens estão fazendo tudo isso", disse Jones.

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