Cidades americanas e Londres aumentam segurança após explosões em Boston

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Polícia da capital britânica, que será palco de maratona domingo, revisa planos de segurança do evento; em Nova York, equipes de resposta crítica foram posicionadas ao redor da cidade

A polícia em Nova York, São Francisco, Los Angeles, Washington D.C. e em Londres aumentaram as medidas de segurança depois que a maratona de Boston foi atingida por explosões nesta segunda-feira (15). 

Entenda o incidente: Explosões na maratona de Boston deixam mortos e feridos

Cenário: 'Explosões deixaram vários amputados', diz corredor da maratona de Boston

AP
Espectadores e maratonistas reagem após explosões atingirem maratona de Boston, nos EUA

Presidente: Responsáveis por explosões em Boston responderão à justiça, promete Obama

O porta-voz chefe da polícia de Nova York, Paul Browne, informou que equipes de resposta crítica foram posicionadas ao redor da cidade até que haja mais informações sobre o incidente. A segurança também foi elevada em hotéis e áreas sensíveis.

No Reino Unido, policiais revisaram seus planos de segurança para a maratona de Londres, que ocorrerá neste domingo e costuma atrair centenas de espectadores. Londres é uma cidade considerada alvo pontencial de terroristas estrangeiros.

Um porta-voz da Polícia Metropolitana de Londres confirmou que a polícia está trabalhando com autoridades da maratona para rever seus planos de segurança para o evento.

Pouco após o incidente, o Serviço Secreto fechou a avenida Pensilvânia, onde fica a Casa Branca, isolando o local com fita amarela. Vários carros de patrulha do Serviço Secreto também bloquearam as passagens para a avenida.

Apesar do incidente, a Casa Branca não ficou fechada e turistas e outros conseguiam estacionar do outro lado da rua da mansão executiva.

A Agência de Aviação Federal também alertou pilotos sobre a entrada em vigor de uma zona de exclusão aérea sobre o local do incidente, que deixou mortos e feridos, segundo autoridades.

Em um comunicado divulgado cerca de uma hora após as explosões, a agência informou que uma zona de exclusão aérea com raio de 5,6 quilômetros foi criada na altura do 811 da rua Bolyston.

Memorial improvisado com par de tênis de corrida é visto em campus de Universidade de Boston após identificação de estudante como um dos mortos em ataque de segunda (17/04). Foto: APInvestigador do FBI desce em guindaste com uma bolsa recolhida do alto de um prédio próximo ao local onde houve explosões na Maratona de Boston (17/04). Foto: APInvestigadores vasculham área perto de linha de chegada de Maratona de Boston dois dias depois de explosão de bombas (17/04). Foto: APFotos da cena das explosões da Maratona de Boston tirada por investigadores mostram os restos do explosivo (17/04). Foto: ReutersLizzie Lee, 56, que participava de sua primeira Maratona de Boston, segura vela e flor durante vigília por vítimas de ataque (16/04). Foto: APHomem coloca bilhete com flores em barricada de polícia perto da linha de chegada da Maratona de Boston (16/04). Foto: APInvestigadores numeram vidros destruídos e destroços em local da explosão de primeira bomba na Maratona de Boston (16/04). Foto: APVizinhos sentam do lado de fora de casa de pais de Krystle Campbell, que foi morta no ataque em Boston (16/04). Foto: APCorredor de 78 anos é protegido por polícia após cair durante segunda explosão perto de linha de chegada da Maratona de Boston (15/04). Foto: APHomem caminha com as calças rasgadas após explosões na Maratona de Boston (15/04). Foto: APSegunda bomba explode perto de linha de chegada da Maratona de Boston (15/04). Foto: APCom roupas de proteção, investigadores vasculham área afetada por explosão perto de linha de chegada na Maratona de Boston (15/04). Foto: APPessoas correm após explosões na Maratona de Boston (15/04). Foto: APPolicial leva garoto ferido de cadeira de rodas após explosões durante a maratona de Boston, nos EUA (15/04). Foto: APCriança chora após explosões atingirem maratona de Boston, nos EUA (15/04). Foto: ReutersCorredoras reagem após segunda explosão atingir maratona de Boston, nos EUA (15/04). Foto: APAtleta cai e recebe ajuda após segunda explosão em Boston (15/04). Foto: APNo Salão Oval, presidente dos EUA, Barack Obama, fala ao telefone com diretor do FBI, Robert Mueller, sobre as explosões em Boston (15/04). Foto: Casa Branca/Governo dos EUA/Mulher conforta outra aparentemente ferida após explosões na maratona de Boston, EUA (15/04). Foto: ReutersMédicos auxiliam feridos após explosões atingirem maratona de Boston, nos EUA (15/04). Foto: APMédicos auxiliam feridos na linha de chegada da maratona de Boston após explosões (15/04). Foto: APReprodução da TV WBZ mostra fumaça decorrente das explosões que atingiram maratona de Boston, nos EUA (15/04). Foto: APMédicos ajudam feridos após explosões perto da linha de chegada da maratona de Boston, EUA (15/04). Foto: AP

A zona está limitada a voos abaixo de 914 metros de altitude, altura mais baixa do que a maioria das aeronaves das companhias aéreas costumam voar, a não ser que estejam aterrissando ou decolando. De acordo com o comunicado, a zona de exclusão aérea foi acionada imediatamente e permanecerá efetivada até segunda ordem.

Inicialmente a agência Associated Press informou, citando uma fonte policial, que o serviço de telefonia celular na região de Boston foi desativado para preverir qualquer acionamento remoto de explosivos. Porém, as companhias de telefonia afirmaram à agência que o serviço continua funcionando normalmente na cidade.

Com AP

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