Tumulto em Abidjan no Ano Novo resultou na morte de 61 pessoas; presidente classificou episódio como "tragédia nacional"

Agência Brasil

Mariame Kanfando, de 10 anos, espera com o pai a liberação dos corpos da mãe de duas irmãs que morreram pisoteadas
AP
Mariame Kanfando, de 10 anos, espera com o pai a liberação dos corpos da mãe de duas irmãs que morreram pisoteadas

Por três dias, a partir desta  quarta-feira (2), a Costa do Marfim, na África, está em luto oficial. A decisão foi tomada após a morte de 61 pessoas durante um tumulto em Abidjan, a capital econômica do país. Várias pessoas ficaram feridas. A estimativa das autoridades é que o número de vítimas chegue a 200.

Ao visitar algumas vítimas no hospital, o presidente da Costa do Marfim, Alassane Ouattara, lamentou o ocorrido classificando o episódio de “tragédia nacional”. Por causa do ocorrido, foram canceladas as comemorações de Ano Novo no país e mantidas as bandeiras a meio mastro. Segundo as autoridades, é uma maneira de homenagear e lembrar as vítimas da tragédia.

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 O tumulto ocorreu ontem (1º) durante as comemorações do Ano Novo, na área central da capital econômica da Costa do Marfim. As autoridades da Costa do Marfim investigam as causas do tumulto.

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