Suposto atirador da escola nos EUA tinha 20 anos; irmão é interrogado

Professora de escola, mãe de suspeito foi encontrada morta em uma casa, enquanto namorada e amigo estão desaparecidos em New Jersey; Adam Lanza se suicidou

iG São Paulo | - Atualizada às

O suspeito de um massacre nesta sexta-feira em uma escola dos EUA  foi identificado como Adam Lanza, de 20 anos, informou uma fonte policial à Associated Press. Ele foi encontrado morto em uma sala de aula e, segundo a mesma fonte, se suicidou.

Violência: Escola é alvo de massacre nos EUA

Citando uma fonte policial, a rede de TV CNN afirmou que a mãe do suposto atirador, Nancy Lanza, era uma professora na instituição alvo do ataque, a Escola Elementar Sandy Hook, e foi encontrada morta na casa de seu filho em Newtown. Uma segunda casa foi inspecionada por autoridades em Honoken, New Jersey, onde um homem foi posto sob custódia para um interrogatório. Acredita-se que ele seja irmão do suposto atirador.

Além disso, uma autoridade policial afirmou à AP que a namorada de Lanza e um amigo estão desaparecidos em New Jersey. De acordo com essa fonte, o suspeito foi ao local do crime dirigindo o carro da mãe.

Três armas foram encontradas — as pistolas Glock e Sig Sauer e um rifle calibre .223. O rifle foi achado atrás de um carro na escola, enquanto as duas pistolas estavam dentro do prédio.

Havia 600 estudantes no local no momento do ataque na Escola Elementar de Sandy Hook, um dos piores contra uma escola na história dos EUA. Em 2007, o massacre na universidade de Virginia Tech deixou 33 mortos, incluindo o atirador. Neste ano, um atirador deixou 12 mortos em um cinema no Colorado, enquanto outro deixou seis mortos antes de se suicidar em um templo Sikh em Wisconsin.

Ao serem retirados às pressas do local do massacre nesta sexta-feira, estudantes assustados receberam as ordens de cobrir seus olhos .

Secando lágrimas, o presidente dos EUA, Barack Obama, reagiu ao massacre afirmando que " nossos corações estão partidos ". Em uma declaração emocionada na Casa Branca, o líder americano afirmou que os EUA já passaram por "esses momentos por muitas vezes" e têm de se unir para adotar uma ação significativa, "independentemente da política".

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